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sexta, 22 de fevereiro de 2019 - 05h17min

Polícia Civil recua e delegadas voltam a atuar no caso Bruno

22 JUL 10 - 07h:24
 O Dia

Polícia Civil de Minas Gerais recuou do afastamento das delegadas Alessandra Wilke e Ana Maria Santos das investigações envolvendo o goleiro Bruno Fernandes, suspeito de participar do suposto assassinato de sua ex-amante Eliza Samudio. Nesta quarta-feira, a corporação informou que as duas continuam participando dos trabalhos – nos últimos dias acompanharam depoimentos.
De acordo com a assessoria de imprensa da polícia, o que mudou foi que Alessandra Wilke deixou de presidir o inquérito instaurado pela Delegacia de Homicídios de Contagem (MG). Na segunda-feira (19), a polícia havia informado do afastamento das duas delegadas do caso.
Na ocasião, o chefe da Polícia Civil, Marco Antonio Monteiro, informou que o delegado Edson Moreira passaria a presidir o inquérito, e que o afastamento visava “dar prioridade absoluta à apuração, restringindo o acesso a informações para resguardar o trabalho para conclusão do inquérito com agilidade, no menor tempo possível”.
A divulgação do afastamento ocorreu após a Corregedoria da polícia mineira anunciar que iria investigar o vazamento de um vídeo em que Bruno nega envolvimento no crime.
O vídeo, feito durante o voo em que Bruno e Luiz Henrique Romão, o Macarrão, eram transferidos do Rio para Belo Horizonte, foi divulgado pelo “Fantástico”, da TV Globo, no domingo. O avião pertence à polícia mineira, que suspeita que a “entrevista” com o goleiro tenha sido gravada por um agente da corporação. Wilke e Santos acompanharam os suspeitos no voo.

Chocado
No vídeo, Bruno diz que ficou chocado com as atitudes tomadas por Macarrão, seu amigo e braço direito, e afirma que não sabia o que havia acontecido com Eliza. Ele disse que se assustou quando viu o filho dela com o amigo, e perguntou o que estava havendo. Segundo ele, Macarrão teria dito que deu dinheiro para Eliza e que ela havia deixado o menino com ele e ido embora.
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