domingo, 22 de julho de 2018

PMA apreende madeiras e motoserra em Corumbá e Aquidauana

17 AGO 2010Por 11h:15
     

A Polícia Militar Ambiental (PMA) de Corumbá com policiais da Força Nacional, apreenderam ontem (16) um carregamento de madeiras e uma moto serra sem documentação. Durante fiscalização na rodovia Ramon Gomes, próximo a prefeitura de Corumbá, os policiais encontraram em um veículo Nissan, 2 metros cúbicos de madeira serrada da espécie loro. O condutor do veículo não possuía a documentação para o transporte e afirmou que havia comprado a madeira em Porto Soares na Bolívia.

O condutor do veículo foi detido e encaminhado juntamente com a madeira até a Delegacia de Polícia Civil de Corumbá. O suspeito responderá por crime ambiental. A pena para este tipo de crime é de seis meses a um ano, de detenção, e multa. Ele também poderá responder por contrabando.

Durante a mesma operação, os policiais apreenderam uma moto serra da marca Stihl. Abandonada por um homem de nacionalidade boliviana após perceber a aproximação da fiscalização. O equipamento foi entregue a Polícia Civil do municípo.

Outra equipe da PMA apreendeu mais 2 metros cúbicos de madeira da espécie piúva durante patrulha na região do Assentamento São Gabriel do Oeste. A madeira foi encontrada em um lote de um trabalhador rural que não possuía licença ambiental. O morador recebeu multa administrativa de R$ 600,00. O crime foi registrado na Delegacia de Polícia Civil de Corumbá/MS. A pena para este tipo de crime é de seis meses a um ano, de detenção, e multa.

 

Aquidauana

A Polícia Militar Ambiental de Aquidauana autuaram ontem, um homem por cortar várias árvores em área de preservação permanente e sem documentação ambiental. De acordo com a polícia, as árvores cortadas eram da espécie Ipê, Jatobá e Angico, totalizando 14 metros cúbicos de madeira.

A madeira fora cortada de uma área de preservação permanente (mata ciliar) de um córrego e tinha sido transformada em pranchões para serrem utilizados em pontes. A PMA multou o homem em R$ 7.000,00.

Ele ainda responderá por crime de destruir área de preservação permanente. Se condenado, poderá pegar pena de 01 a 03 anos de detenção.

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