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Plano Collor, um esqueleto que ainda tira o sono de muita gente

14 MAR 10 - 10h:10
     

O Plano Collor, anunciado em 16 de março de 1990, um dia depois da posse do presidente Fernando Collor de Mello, completa 20 anos na terça-feira. Duas décadas se passaram e o mais escandaloso plano econômico da história brasileira ainda tem incontáveis vítimas e um milionário esqueleto nas finanças do governo.

O pacote econômico angustia até hoje aqueles afetados pela mais radical das medidas na época: o confisco dos depósitos bancários com valor acima de 50 mil cruzados novos. Somente contra o Banco Central foram 154.406 ações, coletivas, na maioria. Desse total, apenas 9.837 ações estão em andamento (leia mais abaixo). O BC se deu bem em 98% dos casos.

Além do número de recursos das vítimas do Plano Collor contra o governo, chama atenção o fato de o BC ter quase meio bilhão de reais provisionados no balanço de 2009 para o caso de perder ações relacionadas ao pacote de 1990. São exatos R$ 494,4 milhões de provisão para pagamento do possível passivo.

As informações são do O Estado de S.Paulo

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