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Piloto de MS suspeito de tráfico de drogas

Piloto de MS suspeito de tráfico de drogas
29/07/2010 23:10 -


O piloto de Campo Grande Ilmar de Souza Chaves, também conhecido como Pixoto, 55 anos, foi preso em Ibiraci, Minas Gerais, quando tentava fugir com uma aeronave suspeita de ser utilizada no transporte de droga. O fato ocorreu na tarde de terça-feira, na pista de pouso desativada da Usina Furnas Centrais Elétricas.
De acordo com o 12º Batalhão da Polícia Militar de Passos (MG), os investigadores receberam informação de que o monomotor Cessna 210, prefixo PROLO, estava sendo utilizado para o transporte de droga. Sabendo que a aeronave havia pousado, agentes se deslocaram para interceptá-la.
Segundo policiais, quando da abordagem, Ilmar, que pilotava o monomotor mascando folhas de coca, tentou fugir, mas foi impedido. No avião foram encontrados dois tonéis de éter, usado no refino de cocaína, e um aparelho de rádio utilizado para rastrear a comunicação da polícia. Outras quatro pessoas abandonaram um veículo Kadete, que estava nas proximidades, fugiram em direção a um matagal e não foram localizados.
O Sistema de Posicionamento Global (GPS) do monomotor indicava que o avião saiu de Pedro Juan Caballero, no Paraguai. O prefixo do avião indica que o proprietário é de São Paulo. Ilmar foi detido e transferido para um presídio em Minas Gerais.
Conforme o Sistema Federal da Polícia Civil, contra o piloto havia um mandado de prisão em aberto expedido na Bahia. Ele também teve progressão para o regime semiaberto autorizado pela comarca de Cassilândia e já respondeu por tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico em inquérito instaurado pela Polícia Federal de Campo Grande, em 1999. (VS)
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".