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VANDALISMO

Pichações se alastram enquanto lei não é executada

Pichações se alastram enquanto lei não é executada
29/01/2014 00:00 - DA REDAÇÃO


Enquanto a lei municipal que prevê aplicação de multa a pichadores e manda criar espaços públicos para grafitagem e outras manifestações artística não é regulamentada pela Prefeitura de Campo Grande, as pichações se alastram no município, principalmente na região central. A informação é do jornal Correio do Estado desta quarta-feira (29).

Nos últimos dias, a Morado dos Baís e o Teatro do Paço, ambos na Avenida Afonso Pena foram pichados, sempre com os mesmos desenhos: uma interrogação.

A reportagem de Patrícia Belarmino informa que, em novembro de 2013, o prefeito Alcides Bernal (PP) sancionou uma lei municipal, de autoria dos vereadores Eduardo Romero e Otávio Trad (ambos do PT do B), que previa aplicação de multa para quem fosse flagrado pichando em Campo Grande. Após a sanção do prefeito, a lei deveria ser regulamentada em 90 dias, o que ainda não ocorreu.

Para o vereador Eduardo Romero, autor da lei, a falta de fiscalização por parte da prefeitura tem contribuído para o aumento dos casos de pichações na cidade. “Falta, principalmente, uma fiscalização mais eficiente. Não é só a punição. Precisa ter uma campanha de conscientização da sociedade para que principalmente o jovem tenha outra forma de manifestar sua arte”, diz o vereador.

Responsável por investigar as pichações em Campo Grande, o delegado Antônio Silvano Rodrigues da Mota, titular da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Ambientais e Proteção ao Turista (Decat), diz que a Polícia Civil já tenta identificar os responsáveis por pichações na área central do município. Diante das pichações sempre bem parecidas, ele diz que é provável que se trata de uma mesma pessoa ou grupo.  

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?