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Campo Grande - MS, domingo, 18 de novembro de 2018

Assassinado

PF investiga ligação de agente com agiotas

19 JUL 2012Por TERRA10h:45

A investigação sobre a morte do agente da Polícia Federal Wilton Tapajós Macedo, assassinado na segunda-feira em Brasília, foca em duas hipóteses: morte por encomenda ou acerto de contas. Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, colegas de trabalho do agente, que atuou na investigação contra o contraventor Carlinhos Cachoeira, relataram aos investigadores que Tapajós poderia estar devendo dinheiro a agiotas. A própria PF abriu inquérito para apurar o crime.

Os investigadores têm o retrato falado de um suspeito, feito a partir de informações de um coveiro do Cemitério Campo da Esperança, onde ele foi morto com dois tiros na cabeça. Imagens de câmeras de segurança do cemitério vão ajudar os investigadores. Segundo relatos, dois homens cometeram o crime. O agente assassinado participou da Operação Monte Carlo, que prendeu Cachoeira e investigou dezenas de policiais militares, civis e federais. A operação já tem um histórico de ameaças a investigadores e a um juiz que tocava o caso.

Carlinhos Cachoeira
Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão. 

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