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PF diz Garotinho participava de esquema de cobertura de jogos de azar

29 MAI 08 - 14h:36
     O superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, Valdinho Jacinto Caetano, afirmou que o grupo que teria o envolvimento do ex-governador Anthony Garotinho e que seria comandado pelo deputado estadual e ex-chefe da Polícia Civil do Estado, Álvaro Lins (PMDB), cobrava propina para dar cobertura a empresários em atividades ilegais. O dinheiro arrecadado pela suposta organização criminosa seria utilizado no financiamento de campanhas políticas.

        Álvaro Lins foi detido, por volta das 6h, pela Operação Segurança Pública S/A, promovida pela PF. Outros seis suspeitos estão presos. "Esse grupo possuia um mentor e um chefe que executava as ações. Essa quadrilha dava cobertura para empresários atuarem em caça-níqueis e outros jogos de azar, além de sonegação de impostos", destacou Caetano.

        Ainda de acordo com o superintendente, a quadrilha loteava unidades policiais. As investigações apontam que os delegados eram indicados sob a condição de facilitar atividades de quadrilhas ligadas a Álvaro Lins.

        Com informações do Terra

 

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