Peugeot lança linha 2013 do utilitário leve Boxer

Peugeot lança linha 2013 do utilitário leve Boxer
27/06/2012 04:00 - carmagazine - uol


As concessionárias Peugeot já estão comercializando a linha 2013 do utilitário leve Boxer. São duas versões, furgão e minibus, com seis configurações de acabamento e preços que variam entre R$ 77.300,00 e R$ 87.900,00.

A linha 2013 do Boxer vem equipada com o novo motor 2.3 HDi L6. O propulsor tem a mesma potência da versão anterior 127 cv, mas segundo a montadora, a nova geração do motor reduz o consumo de combustível e de emissão de poluentes, pois utiliza o sistema EGR com recirculação de gases de escape, que controla o fluxo dos gases que se integram à mistura, diminuindo as emissões de óxido de nitrogênio. O motor é uma evolução de seu antecessor, 2.3 HDi, para atender a fase 6 do Proconve para veículos leves, que estabelece novos limites de emissões de poluentes.

O Boxer vem equipado com direção hidráulica, freios a disco nas quatro rodas e tanque de combustível com capacidade de 80 litros. Desenvolvido para atender ao transporte, o veículo tem na parte interna painel multifuncional com instrumentos iluminados, bancos dianteiros bipartidos com capacidade para três ocupantes e chave de ignição codificada. Já na parte externa há lanterna traseira de neblina, piscas laterais, entre outros.

A versão Minibus tem bancos com encosto elevado e cintos de segurança abdominal da segunda fileira em diante.

Veja a tabela de preços e versões:

Minibus 16 lugares 2.3 HDi – R$ 87.490
Boxer Furgão Curto 330 2.3 HDi – R$ 77.390
Boxer Furgão Médio 330 2.3 HDi – R$ 79.990
Boxer Furgão Médio 350 MH 2.3 HDi com Teto Elevado – R$ 84.590
Boxer Furgão Longo 350 LH 2.3 HDi com Teto Elevado – R$ 86.790
Boxer Furgão Longo 350 LH 2.3 HDi com Teto Elevado Vidrado – R$ 87.990

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".