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Pesquisa não deve influenciar a decisão do PMDB sobre aliança

2 MAR 10 - 06h:09
Pesquisa de intenção de votos não influenciará a decisão do PMDB de Mato Grosso do Sul em apoiar o PT ou o PSDB na disputa presidencial, avaliaram lideranças tucanas. Eles duvidam que o crescimento da ministra Dilma Rousseff e a queda do governador de São Paulo, José Serra, apontados pelo Datafolha, aproximem o PMDB regional da ministra petista. Para o presidente estadual do PSDB, Reinaldo Azambuja, a escolha do PMDB em dar palanque em Mato Grosso do Sul para Dilma ou para Serra depende apenas de optar entre ter PSDB, DEM e PPS como adversários ou aliados na sucessão estadual. “O governador e o PMDB terão que decidir entre apoiar o nosso projeto nacional ou enfrentar uma terceira candidatura, que é o que vai ocorrer se ele der palanque para Dilma”, disse Azambuja. Na opinião do deputado estadual Professor Rinaldo, o governador André Puccinelli não tem outra alternativa senão apoiar Serra, sob pena de fortalecer seu principal rival na disputa pelo Governo do Estado, José Orcírio dos Santos (PT). “Acredito que o governador André Puccinelli não tem condições de ir para o palanque do PT, porque se ele apoiar a Dilma vai fortalecer justamente o rival dele, o Zeca do PT”, opinou. Na avaliação da senadora Marisa Serrano, o cenário sofrerá muitas mudanças até junho, quando ocorrem as convenções partidárias. Portanto, pesquisas realizadas agora não influenciarão decisões sobre alianças. “Temos muito chão ainda”, comentou. “Candidatíssimo” Os tucanos também afastam a possibilidade de Serra, pressionado pela aproximação de Dilma, desistir da candidatura ao Palácio do Planalto para concorrer à reeleição ao governo de São Paulo. “Ele é candidatíssimo. Está se organizando, trabalhando, montando equipe”, assegurou Marisa. “Ele já está definido, é candidato”, reforçou Azambuja. “Ele mesmo me disse: ‘pesquisa reflete o momento, eu me preparei para sair candidato e no momento oportuno - e quem pauta o momento sou eu, vai ser no final de março - sou candidato”, contou o líder tucano. (MM)
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