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Pesquisa aponta que 67% são favoráveis à mudança no horário de MS

Pesquisa aponta que 67% são favoráveis à mudança no horário de MS
02/08/2008 09:33 -


      

Quase 67% dos sul-mato-grossenses são favoráveis à mudança do fuso horário, equiparando-o com o de Brasília. Os dados são da pesquisa de opinião realizada pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas e Sociais (Nepes) da Anhanguera/Uniderp. Os homens indicaram um nível de aprovação de 71%, maior do que a das mulheres (62%).

Segundo o coordenador do Nepes, professor Celso Correia de Souza, no entanto há uma forte contrariedade à mudança indicada pelos habitantes com menor nível de escolaridade, onde 67% das pessoas com ensino fundamental incompleto e 62% das pessoas com ensino médio incompleto são contra a mudança do fuso horário em Mato Grosso do Sul. "Outras não aprovações à mudança aparecem para 44% das pessoas com renda familiar menor que R$ 830,00. Isto indica que as classes econômicas D e E não são favoráveis à mudança do horário do Estado", ressalta Correia.

O coordenador da pesquisa, professor José Francisco dos Reis Neto explica que quanto ao setor de atividade econômica, são a favor da mudança 76,5% das pessoas relacionadas com a Indústria; 76,3% ao Comércio; 68,1% aos Serviços e 61% a Agropecuária. "Mais de 41% das pessoas ligadas a Administração Pública são contra a alteração do fuso horário local", fala Reis.

De acordo com dados da pesquisa, 95% da população entende que ocorra a mudança do fuso horário, deve-se adiantar os relógios em uma hora e para 63% deles isto será normal. "Todavia 25% dizem que isto será confuso e para 12% será indiferente a alteração do horário", acrescenta José Francisco.

Os pesquisadores informam que as pessoas estão conscientes que acrescentar mais uma hora nos relógios será: indiferente na sua hora de almoçar (31%), jantar (37%), no atendimento bancário (28%), no funcionamento do comércio (28%), viagens (34%) e no lazer (34%). "Porém, a mudança do fuso horário irá afetar a hora de acordar (51%), ir à escola (45%), assistir TV (47%), os negócios com os outros Estados (45%) e ir às aulas na universidade (41%)", pontuam.

De acordo com os entrevistados, acordar será mais difícil para as mulheres (55%) do que para os homens (48%). Isto também acontecerá com os menores de 18 anos (63%), os casados (52%), os com renda familiar até R$ 830 (56%) e as pessoas com nível de escolaridade média incompleta (77%). "Acordar 'mais cedo' será mais difícil para 55% das pessoas com atividade econômica na Administração Pública e para 52% daqueles que atuam no setor de Serviços", aponta o coordenador da pesquisa.

De forma geral, a população de Mato Grosso do Sul indica que não sofrerá com a mudança do fuso horário. "As percepções de maior sofrimento com a mudança são destacadas para as pessoas mais velhas (39%), os estudantes (38%), os trabalhadores (37%) e para os habitantes das grandes e pequenas cidades (28%). Os respondentes indicam que os trabalhadores da Administração Pública (43%) e da Agropecuária (42%) poderão sofrer mais com a mudança do fuso horário, enquanto que para os trabalhadores da Indústria (54%) isso será indiferente, ou seja, o novo horário não irá fazê-los sofrer menos ou mais", diz José Francisco.

 

Felpuda


A continuar disparando tantas críticas ácidas contradizendo o seu partido, que em nível nacional ganhou até um ministério, político cá dessas bandas poderá ser colocado de escanteio e, se continuar nessa cruzada nada palatável para as lideranças, ser convidado gentilmente a “procurar o caminhão do qual caiu”, como se diz no popular. Os comentários são de que o dito-cujo age assim mais para ganhar holofotes. Esqueceu-se, pelo que se vê, que poderá ocorrer curto-circuito. Ui!