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sábado, 23 de fevereiro de 2019 - 16h00min

Pesque e solte liberado no Rio Paraguai

1 FEV 10 - 07h:18SÍLVIO ANDRADE | CORUMBÁ
Não é ainda temporada de pesca, os rios pantaneiros estão completando o ciclo da reprodução, chamado de piracema, mas a movimentação de embarcações e turistas se intensifica com a chegada do pesque e solte. A modalidade está liberada apenas no Rio Paraguai a partir de hoje. Nos demais rios de Mato Grosso do Sul, a proibição continua valendo até o próximo dia 28 deste mês. Quem desrespeitar a proibição e for flagrado pela Polícia Militar Ambiental será multado e está sujeito a ter a apreensão de equipamento (inclusive veículos e embarcações) e até a prisão decretada. Além disso, o pescador deve estar munido da licença de pesca, que pode ser feita nas agências do Banco do Brasil ou pelo site Ibama.gov.br. A nova alternativa de pesca esportiva, implantada há cinco anos, tornou-se um atrativo, e cada vez mais turistas de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná, preferencialmente, estão optando pela soltura do peixe. Ontem, vários barcos-hotéis com grupos deixaram os portos de Corumbá para um passeio que dura cinco dias. “Pesco há mais de 20 anos no Pantanal e na Amazônia e a consciência agora é pela ecologia, não queremos mais matar o peixe. Acho até que criamos essa consciência atrasada”, disse o gerente comercial Eder Sandoval, 46, de Campinas (SP). Ele pesca desde 1996 na região com empresários e profissionais liberais do interior paulista. O grupo de Sa ndova l, com 12 pessoas, subiu o Paraguai, ontem à tarde, no barco Indiaporã III, um dos mais requisitados. A viagem segue até a Lagoa Gaíva, a 306 quilômetros ao norte de Corumbá. O grupo já começa a ser integrado pelos filhos. “As crianças adoram o Pantanal e a gente quer cultivar essa consciência com eles”, completa Sandoval. Pelo menos seis barcos-hotéis vão operar este mês com o pesque e solte, cuja procura aumentou 20% em relação a 2009, segundo a empresária Raquel Amaral. Além do fato de não levar o peixe, preferindo a emoção da fisgada e a foto do troféu, os pescadores preferem pescar em fevereiro porque não há movimento de barcos no rio. A modalidade pesque e solte poderá ser praticada com os apetrechos permitidos em lei, como linha de mão, molinete, caniço, carretilha, anzol e iscas vivas ou artificiais.
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