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SAÚDE

Perdoar pode evitar doenças do coração, diz estudo

Perdoar pode evitar doenças do coração, diz estudo
31/07/2012 00:00 - TERRA


Dizem que errar é humano, perdoar é divino. Uma nova pesquisa revelou que quando a pessoa desculpa o que a deixou magoada pode melhorar as condições de sua saúde. As informações são do jornal inglês Daily Mail. Pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Diego, descobriram que as pessoas que deixam a raiva de lado são menos propensas a terem mudanças na pressão arterial. Eles pediram para que pouco mais de 200 voluntários pensassem em um momento em que um amigo tinha ofendido e metade do grupo foi orientado a pensar sobre essas pessoas que tinham enfurecido eles. Já a outra metade foi encorajada a perdoar o acontecimento.

Todos foram distraídos por cinco minutos depois que pensaram sobre o assunto e, em seguida, os participantes foram conectados a monitores que analisavam a pressão arterial e faziam leituras do ritmo cardíaco. A equipe viu que o grupo mais irritado teve maior aumento da pressão arterial em comparação ao grupo dos que perdoaram. No entanto, não houve diferença na frequência cardíaca. Os autores disseram que, embora fosse um pequeno estudo, a pesquisa publicada no Journal of Biobehavioural Medicines sugeriu que o perdão poderia ter menor reatividade a eventos estressantes e menos impacto físico.

A curto prazo, aumento na pressão sanguínea é conhecido como prejudicial. No entanto, ao longo de um período, já considerado hipertensão, isso aumenta o risco de ataque cardíaco ou derrame. Cerca de 30% dos adultos do Reino Unido têm hipertensão, embora muitos não tenham conhecimento dos sintomas evidentes.

Felpuda


Alguns políticos estão se aproveitando deste momento preocupante de pandemia para sugerir projetos oportunistas que, em alguns casos, são de resultados extremamente duvidosos. O mais interessante – para não dizer outra coisa – é que se for analisado o desempenho normal dessas figuras, verifica-se que essa preocupação toda nunca esteve no topo das suas prioridades. Ano eleitoral é assim mesmo. Lamentável!