Fale conosco no WhatsApp

Por sua segurança, coloque seu nome e número de celular para contatar um assessor digital por Whatsapp.

Campo Grande - MS, segunda, 19 de novembro de 2018

DECORAÇÃO

Peças vintage são funcionais e esteticamente agradáveis

21 JUL 2012Por TERRA00h:00

Elas ajudam a compor um ambiente e, ao mesmo tempo, mostram o tipo de design feito no passado – tudo isso sem deixar a residência com ares obsoletos ou com pouca funcionalidade. As peças vintage se tornaram uma tendência entre os decoradores por serem únicas e ajudarem a contar as histórias dos próprios objetos e também as dos moradores. “É muito comum que as pessoas recebam peças decorativas como herança de família. Esses itens são muito significativos para elas, uma vez que remetem ao passado, a épocas boas”, conta a designer de interiores Betina Barcellos. “E elas ajudam a deixar o ambiente melhor, sem aquela cara de show room de imobiliária”, brinca. Normalmente, as peças mais usadas são móveis e esculturas, encontradas facilmente em antiquários.

Mas também é possível compor uma decoração com fotos antigas, sofás, poltronas, relógios, molduras, ou até mesmo adquirir produtos novos, principalmente na linha de eletrodomésticos, lançados especificamente para retomar o design de antigamente. Para Betina, o ideal é escolher uma década específica e montar o ambiente de acordo com o que foi decidido. “Com um fio condutor específico, fica mais fácil de montar a decoração sem destoar do restante da residência”, comenta.

Outra opção, de acordo com a designer, é dar novas funções às peças. “Pode-se usar uma cômoda que sempre esteve em um quarto e colocá-la na sala, por exemplo. Isso dá uma cara diferente para os objetos.” A restauração também é possível. Betina comenta que é comum encontrar peças já desgastadas e reformá-las de acordo com o que pede a composição. “Para quem não é muito conservador, acho que essa é uma boa saída. Eu geralmente gosto de colocar tecidos dentro dos móveis, deixando-os mais modernos, mas mantendo o aspecto antigo.” No entanto, ela ressalta que é preciso ficar atento ao material vendido pelas lojas de antiguidades. “Se você adquirir peças com cupins ou aquelas muito destruídas, não tem muito que fazer”.

Os comentários abaixo são opiniões de leitores e não representam a opinião deste veículo.

Leia Também