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CONFLITO

Parlamentares russos dão apoio a pedido de ajuda da Crimeia a Putin

Parlamentares russos dão apoio a pedido de ajuda da Crimeia a Putin
01/03/2014 23:00 - FOLHAPRESS


 O Conselho da Duma, a câmara baixa do Parlamento russo, pediu neste sábado ao presidente Vladimir Putin que "adote medidas para estabilizar a situação na Crimeia e use todos os meios disponíveis para proteger a população da Crimeia da tirania e da violência".

O texto foi anunciado por Sergei Naryshkin, o líder da Casa.

Conforme a agência russa de notícias, Interfax, os parlamentares também afirmaram que "é impossível" realizar eleições "legítimas e democráticas" na Ucrânia no momento.
Embora tenha maioria étnica russa, a Crimeia é uma região autônoma pertencente à vizinha Ucrânia.

Mais cedo, o chefe do Executivo da Crimeia, Sergei Aksionov, já havia pedido ajuda ao presidente russo, Vladimir Putin, para "restabelecer a paz e a tranquilidade" na região.

No mesmo comunicado, ele também anunciou a decisão de pôr todas as forças de segurança locais sob seu controle pessoal. Segundo ele, ocorreram distúrbios na região com o uso de armas de fogo e as estruturas de segurança são incapazes de restabelecer a ordem de maneira efetiva.

Aksionov foi nomeado primeiro-ministro no último dia 27 pelo Parlamento da Crimeia, que destituiu o governo anterior e, além disso, aprovou a convocação de um referendo para ampliar a autonomia da região, que será realizado no dia 25 de maio.

O governo russo respondeu que "não ignorará" o pedido de ajuda.

Em um comunicado, o Ministério das Relações Exteriores russo se disse "extremamente preocupado" com a situação no país vizinho, em especial uma tentativa de invasão do prédio do Ministério do Interior, na Crimeia, por "homens armados não identificados". 

Felpuda


Acontecimentos policiais de grande repercussão deverão refletir seriamente na jornada de uns e de outros. Os cortes nos “tentáculos do polvo” os deixaram sem respaldo para enfrentar a maratona que há tempos participam, e com sucesso. Ao mesmo tempo que ficaram sem o aconchego financeiro, afastaram-se do abraço, até então muito amigo, preocupados com o ditado popular que afirma:  “Diga-me com quem andas e eu te direi quem és”.