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UNEI DOM BOSCO

Para conter motim, Choque usa granada de efeito moral

Para conter motim, Choque usa granada de efeito moral
15/03/2014 11:00 - DA REDAÇÃO


O Batalhão de Choque foi obrigado a utilizar granadas de efeito moral e ''uma carga de cassetete'' para conter os internos da Unei Dom Bosco (Casa de Guarda Educacional), em Campo Grande, que fizeram motim na noite de ontem (14) e passaram a atirar pedras, ferros e madeira - retirados de janelas e portas - contra os policiais.

A reação dos menores infratores, do Pavilhão B,  ocorreu porque funcionários descobriram que eles estavam prestes a fugir. 

Eles arrebentaram os cadeados com haste de ferro dos ventiladores e aguardavam os servidores adentrarem no pavilhão para rendê-los.

Com a descoberta do plano, os internos se revoltaram e passaram a quebrar janelas, portas e colocaram fogos nos colchões e roupas. Deixando um rastro de destruição (veja vídeo abaixo)

A Polícia Militar e equipes dos bombeiros foram chamados, além da equipe Rocam e Rotac. 

Com a chegada do Batalhão de Choque os menores não se intimidaram e se recusaram a entrar nas celas, xingando os policiais de ''porcos''.

Com o fogo controlado pelos bombeiros, foi dada ordem para que os policiais adotassem formação de invasão e entrassem no pavilhão. Estes foram recebidos a pedradas, tendo a tropa utilizado granadas de efeito moral.

Mesmo assim os internos continuaram a reagir contra o Batalhão de Choque. Foi, então, dada ordem para uma ''carga de cassetete'', sendo atingido cinco dos rebelados.

Os menores acataram a ordem e entraram na cela. Feita a conferência, verificou-se que não havia ocorrido nenhuma fuga. Os líderes do motim foram levados para a delegacia.

Felpuda


Engana-se quem acha que diminuiu a voracidade de ter fatia de cobiçado bolo por parte de “quem manda”. O recuo realmente houve, mas só por enquanto e por uma questão de estratégia, até porque, nas primeiras investidas, as portas não se abriram. E continuam fechadas. Mas quem conhece bem a dita figurinha aposta que ela não desistirá até encontrar, digamos,  um “chaveiro amigo”. Essa gente não sossega nem diante da pandemia... Afe!