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Para advogado, grampos são meras interpretações

17 MAI 08 - 20h:15
     

SÃO PAULO

 

O deputado Paulinho da Força (PDT-SP) não fala sobre o esquema BNDES nem sobre as referências a seu nome, que a Polícia Federal registra nos 10 relatórios enviados à Justiça. No início da Operação Santa Tereza, a Força Sindical, presidida pelo deputado, divulgou nota alegando que ele sofre implacável perseguição política.

Seu advogado, Antonio Rosella, afirma que "são absurdas, loucuras" as acusações da PF. Rosella considera "meras interpretações" os grampos que os federais registram nos autos do inquérito. "Se tiver um terceiro que fale o nome dele mais de 100 vezes, está falando por conta dele e deve assumir", reagiu o advogado. "Não é certo você responsabilizar a quem ele (terceiro) se referiu", justificou Rosella.

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