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FUTEBOL

Palmeiras fecha patrocínio de <br>R$ 2 milhões

Palmeiras fecha patrocínio de <br>R$ 2 milhões
18/01/2014 08:56 - terra


O Palmeiras, enfim, acertou um patrocínio para a temporada do centenário. O clube fechou com a Minds, escola especializada em cursos de inglês, que pagará R$ 2 milhões para expor a marca até o fim do ano, entre o símbolo e o logo da fornecedora de material esportivo Adidas.

O espaço costuma ser dedicado para expor o título que cada clube defende na temporada. No ano passado, por exemplo, o Palmeiras usava o escudo da CBF sobre a inscrição "campeão da Copa do Brasil de 2012". Desta vez, porém, a equipe deve abrir mão de usar o local para registrar a conquista da Série B de 2013.

A Minds patrocinava o Santos até o ano passado e aparecerá no uniforme palmeirense na estreia do time no Campeonato Paulista, neste sábado, contra o Linense, no Pacaembu. O acordo prevê bolsas para jogadores profissionais, da base e até sócios-torcedores frequentarem cursos de inglês, garantindo, ao menos, descontos.

A escola também se responsabiliza a criar uma versão em inglês do site oficial do clube. "Tenho certeza de que o Palmeiras, com a chegada da Minds, dá um grande passo para formar atletas ainda mais completos dentro e fora de campo", disse o presidente Paulo Nobre.

Além da Minds, o Palmeiras tem apenas a empresa de telefonia Tim como patrocinadora, expondo a marca nos números como faz na maioria dos clubes da Série A do Brasileiro. A meta da diretoria é receber, ao menos, R$ 30 milhões em patrocínios no uniforme neste ano.

A gestão de Paulo Nobre, iniciada há quase um ano, não conseguiu nenhuma empresa que se torne permanente nas partes traseira e dianteira da camisa e segue usando o principal espaço do uniforme para divulgar o Avanti, plano de sócio-torcedor. As mangas também seguem sem receber nenhum patrocínio.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?