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Países e indústrias são compradores de créditos

Países e indústrias são compradores de créditos
05/08/2010 07:25 -


Em 1999, a assinatura do Protocolo de Kyoto que envolveu os países da Organização das Nações Unidas (ONU), determinou metas para redução na emissão de gases que produzem o efeito estufa (GEE). A partir daí, ficou definido que os países que mais emitem poluentes podem adquirir créditos dos países menos poluidores. Isso funcionaria como uma espécie de autorização para gerar gases além do estipulado.
O mesmo também acontece com empresas. Assim, aqueles países ou indústrias que não conseguem atingir as metas de reduções de emissões, tornam-se compradores de créditos de carbono. Por outro lado, aqueles que conseguem reduzi-las a índices inferiores aos permitidos podem vender, a preços de mercado, o excedente da redução.
Para efeito de cálculo, cada tonelada de monóxido de carbono (CO2) equivale a um crédito. Outros gases têm seu número de créditos calculados a partir do CO2. O metano (CH4), por exemplo, é 21 vezes mais poluente do que o monóxido de carbono. Por isso, cada tonelada de CH4 equivale a 21 créditos.
Esses pontos são colocados à venda através de bolsas de valores e, então, empresas e governos podem comprá-los para compensar suas emissões de poluentes ou para revender a outros interessados. Dessa transação, gera-se o lucro. Atualmente, o mercado europeu tem sido o maior comprador de créditos de carbono do mundo.  (BG)
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".