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Paciente diz que daria tiros em funcionários

5 FEV 10 - 02h:38
Paciente do posto de saúde do Bairro Pioneiros ameaçou dar tiros em um funcionário e no guarda municipal devido a falta de atendimento na unidade de saúde. Ela não estava armada. O caso foi registrado pela Polícia Civil e é mais um episódio envolvendo pacientes revoltados com a demora e a falta de segurança. No dia 21 de janeiro, 20 homens invadiram a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Vila Almeida e encurralaram os médicos, que se trancaram em uma sala. Antes disso, em 9 de janeiro, uma médica foi agredida por paciente na Coophavilla II. Ontem, por volta das 6h, no posto localizado na Rua Ana Luiza de Souza, no Pioneiros, a mulher teria invadido o local “aos gritos e reclamando muito do serviço público na área da saúde, gritando com todos e para todos que ali estavam, inclusive outras pessoas que aguardavam atendimento”. O relato, feito pelo funcionário público Reinaldo Sebastião Souza Ferreira, de 31 anos, consta no boletim de ocorrência. O servidor afirmou que a mulher estava “transtornada” e dizia que já havia reclamado na Secretaria Municipal de Saúde do atendimento naquela unidade. A paciente também afirmava que, em outra ocasião, havia se desentendido com outra atendente. A mulher ameaçou dar um tiro em Reinaldo e no guarda municipal caso não recebesse atendimento e que os dois iriam “amanhecer com a boca cheia de formigas”. No boletim, o servidor municipal admite que “realmente ocorre falta de médicos em alguns períodos ou turnos” e que nem todos os exames que a mulher necessita são feitos na unidade. Apesar das ameaças, o homem decidiu não apresentar denúncia contra a autora. Outros casos Na noite de 21 de janeiro, grupo de pacientes que aguardavam atendimento na unidade da Vila Almeida invadiram a unidade reclamando da demora. Quatro médicos trabalhavam no local e foram encurralados pelos homens. A situação foi controlada com a intervenção de guardas municipais. No outro caso, uma médica foi agredida verbal e fisicamente por uma paciente no Posto de Saúde da Coophavila II, que havia procurado atendimento e aguardou por cerca de três horas. Esses casos levaram a Prefeitura de Campo Grande a solicitar à Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública a presença permanente de policiais nas unidades de pronto atendimento da Vila Almeida e Coronel Antonino e rondas permanentes nas demais unidades. No entanto, em reunião realizada na semana passada, o prefeito Nelsinho Trad foi informado de que o efetivo da Polícia Militar é insuficiente para atender ao pedido. (ST)
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