Terça, 20 de Fevereiro de 2018

ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO

PAC pode acabar com déficit de vagas para educação infantil

27 SET 2010Por 08h:09

Silvia Tada

Campo Grande ganhará 19 novos Centros de Educação Infantil (Ceinfs), com 3,8 mil vagas para crianças de 0 a 6 anos, atingindo a meta estabelecida para 2016 pelo Governo federal. A proposta de construção das unidades foi incluída no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Social, que o prefeito Nelsinho Trad detalha hoje pela manhã, em evento no gabinete da Esplanada Ferroviária. A Capital reivindica três praças, duas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), 13 unidades básicas de saúde da família (UBSF) e os Ceinfs, totalizando investimento de R$ 45,1 milhões.
O oferecimento de vagas na educação infantil sempre foi um dos gargalos das administrações municipais. Caso seja aprovado, será “o maior investimento já feito na história de Campo Grande” nesta área, comemorou Nelsinho. “Desde o início da minha administração, concluímos 18 unidades. Então, com as novas 19, mais que dobraremos os investimentos, beneficiando a população”, afirmou.
Os Ceinfs estão localizados nos bairros Jardim Anache, Betaville/Santo Eugênio, Jardim Canguru, Centenário, Inápolis/Sarandi, Moema/Perdizes, Moreninha IV, Nascente do Segredo, Vila Nasser, Noroeste, Oiti, Oliveira, Vila Popular, Santa Emília, São Conrado, Tijuca II, Vespasiano Martins, Vida Nova III e Zé Pereira.
Cada unidade custará R$ 1,3 milhão, totalizando R$ 24,7 milhões. O Governo federal garante, ainda, verba de custeio, merenda escolar e o prefeito obteve promessa de conseguir o mobiliário. De acordo com informações do site da Secretaria Municipal de Assistência Social (SAS)  existem na cidade 93 unidades.

Praças
Três grandes bairros da Capital foram contemplados com praças, cada uma com 7 mil metros quadrados de área construída. São eles: Jardim Noroeste, saída para Três Lagoas, Parque do Sol, saída para São Paulo e São Conrado, saída para Sidrolândia.
Cada uma delas terá cineteatro, biblioteca, sala multiuso, Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), pista de skate, espaço criança, ginásio poliesportivo, anfiteatro e pista de caminhada.
“Uma das exigências do Governo era que as regiões atendidas estivessem em situação de vulnerabilidade social, com histórico de violência e carência de aparelhos de lazer”, enfatizou o prefeito. Segundo ele, todos as futuras unidades pleiteadas no PAC Social saíram de demandas dos conselhos regionais. “Ouvimos o anseio da população para definir o nosso trabalho”.

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