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Orcírio diz que não é moeda de troca

Orcírio diz que não é moeda de troca
16/04/2010 20:59 -


Rose Rodrigues, Três Lagoas

Maria Matheus, Redação

 

O ex-governador José Orcírio Miranda dos Santos (PT) demonstrou irritação com os prazos impostos pelo governador André Puccinelli (PMDB) para que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) resolva a divergência entre PT e PMDB em Mato Grosso do Sul. "Pode estipular o prazo que quiser. Não sou moeda de troca e continuo candidato", afirmou.

Segundo Orcírio, Puccinelli tenta intimidá-lo "fixando prazos que nem ele mesmo cumpre". O petista lembrou a afirmação do próprio governador de que esperaria por Dilma até o dia 15 de abril e, caso não fechasse acordo com o PT até essa data, negociaria aliança com o PSDB. "Esse negócio de prazo não existe. Não sou mercadoria. Ele fica tentando me intimidar, mas minha campanha esta na rua, quer ele queira ou não", afirmou.

O ex-governador enfatizou que sua candidatura é irreversível e que não há mais nenhuma chance de conciliação do PT com o PMDB em Mato Grosso do Sul, para que André Puccinelli apoie Dilma Rousseff. "Vivemos na democracia e não posso aceitar uma única candidatura. Isso é contra tudo que lutamos. Não posso me omitir. Por isso, sou candidato", frisou.

Ainda conforme José Orcírio, o governador diz que a candidatura do PT não existe e que Orcírio só está tentando negociar cargos. "Não estou à venda e nem me intimido com ameaças. Essas afirmações de que estou negociando minha candidatura é típico de desespero do adversário. Todo mundo sabe da minha história", disse.

Felpuda


Dois pedidos de desculpas, de autorias diferentes, foram assuntos muito comentados nas redes sociais com críticas ácidas às suas declarações, até porque os envolvidos não só os usaram despropositadamente, como tiveram de voltar a eles para se redimirem. Um deles, inclusive, quase criou uma crise política da-que-las, o que obrigou seu pai, figurinha carimbada, a pular miúdo para colocar panos quentes sobre a questão. Essa gente!...