Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

Orcírio diz que André tem obrigação de apoiar Dilma

Orcírio diz que André tem obrigação de apoiar Dilma
20/03/2010 02:57 -


Na avaliação do ex-governador José Orcírio Miranda dos Santos (PT), é obrigação do governador André Puccinelli (PMDB) apoiar a ministra Dilma Rousseff (PT) na campanha eleitoral pela sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Afinal de contas, o PMDB comanda cinco ministérios no governo do presidente Lula”, justificou Orcírio. “Portanto, como parceiro, o partido tem a obrigação de apoiar a Dilma”, completou o ex-governador, que cumpre agenda de reuniões políticas no interior do Estado. José Orcírio fez questão de ressaltar que, como pré-candidato ao Governo do Estado, não considera ser problema o fato de dividir os louros da administração do presidente Lula com André Puccinelli, contra quem deve polarizar a batalha pela sucessão estadual. Na hipótese de a pré-candidata Dilma Rousseff contar com o palanque duplo do PT e do PMDB em Mato Grosso do Sul, tanto ela quanto Lula não participariam da campanha do ex-governador no Estado. Neste caso, as duas principais estrelas do PT nacional na campanha ficariam fora da disputa estadual e deixariam de reforçar a candidatura de Orcírio. O governador já foi assediado pelo presidente para apoiar a candidatura de Dilma. André Puccinelli, entretanto, insiste em dizer que só vai revelar seu rumo na sucessão presidencial depois do dia 31 de março. Ele ainda não decidiu se vai ficar com o PT ou com o PSDB na eleição nacional, embora lideranças do PMDB regional acreditem que o governador esteja apenas esperando que o governador de São Paulo, José Serra, confirme sua candidatura ao Palácio do Planalto, para declarar apoio ao tucano. Enquanto isso não acontece, Puccinelli vem repetindo que a eventual parceria com os petistas depende da retirada da pré-candidatura de José Orcírio ao Governo do Estado. Por diversas ocasiões, o governador afirmou que não trabalha com a possibilidade de a presidenciável ter dois palanques no Estado. (LK)

Felpuda


Apesar de ainda fazer certo charme no estilo “se chamar, vou pensar” é praticamente certo que ex-candidato ao governo do Estado nas eleições passadas não participará da disputa pela Prefeitura de Campo Grande. Nos meios políticos é falado que não se trata de “novidade” e que não haverá mais cavalo encilhado passando na sua frente. Ele ainda insinua que poderá voltar em 2022, mas há quem diga que não precisará pensar, pois faltará a tal da “chamada”.