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POLÍTICA

Orcírio aposta na presença de Lula no palanque eletrônico

Orcírio aposta na presença de Lula no palanque eletrônico
16/08/2010 22:40 -


Além da comparação administrativa, o ex-governador José Orcírio dos Santos (PT) aposta na participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no programa eleitoral. “Vamos passar para a população as conquistas que o governo Lula proporcionou ao Estado e comprovar que temos condições de ampliá-las, ao lado da Dilma Rousseff, a partir de 2011”, revelou Orcírio. “Só o PT cuidou do lado social e vamos dar continuidade a essas ações para restituir a democracia e a igualdade em Mato Grosso do Sul”, completou.
O programa de rádio e televisão é considerado pelos marqueteiros e pelos próprios candidatos como arma letal para derrotar os adversários. Mesmo aparecendo atrás nas pesquisas eleitorais, José Orcírio aposta em virada do jogo com o discurso no horário gratuito. Do outro lado, o governador André Puccinelli (PMDB) acredita no poder de influência sobre os eleitores a partir do palanque eletrônico.

Tempo de exposição
A propaganda eleitoral tem início amanhã, com a exibição dos programas dos presidenciáveis, e vai até 30 de setembro. Na quarta-feira (18) tem início o dos candidatos a governador e deputados estaduais. Segundo sorteio realizado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), André Puccinelli abrirá os programas. Ele terá também o maior tempo no rádio e na televisão, 9 minutos, 38 segundos e 95 centésimos. José Orcírio ficou com 6 minutos, 16 segundos e 84 centésimos; e Nei Braga com 2 minutos, 4 segundos e 21 centésimos.
Em tempos de restrições às campanhas eleitorais, os superproduzidos programas de rádio e televisão são tidos como instrumentos de maior impacto sobre o eleitor do que, por exemplo, os tradicionais comícios. Com o veto aos showmícios e a entrega de brindes, como no passado, os candidatos contam mais com o poder de textos bem elaborados, luz, som e enquandramentos escolhidos para beneficiar pontos fortes e amenizar fraquezas. (AT/FB)

Felpuda


Engana-se quem acha que diminuiu a voracidade de ter fatia de cobiçado bolo por parte de “quem manda”. O recuo realmente houve, mas só por enquanto e por uma questão de estratégia, até porque, nas primeiras investidas, as portas não se abriram. E continuam fechadas. Mas quem conhece bem a dita figurinha aposta que ela não desistirá até encontrar, digamos,  um “chaveiro amigo”. Essa gente não sossega nem diante da pandemia... Afe!