ELEIÇÕES 2012

Oportunidade para técnicos em informática

Oportunidade para técnicos em informática
04/08/2012 00:00 - DA REDAÇÃO


315 técnicos de informática serão contratados no Estado do Mato Grosso do Sul para realizar o suporte técnico e exercitação das urnas eletrônicas da Justiça Eleitoral. Um consórcio de empresas foi vencedor da licitação pública realizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e está oferecendo as vagas de trabalho em todos os municípios do Estado do Mato Grosso do Sul.

Os serviços de suporte técnico e exercitação da urna eletrônica exigem um conjunto de procedimentos, tais como: carga das baterias internas e de reserva das urnas eletrônicas; exercitação dos componentes eletrônicos; preparação, instalação, carga de softwarede eleição, procedimentos de atualização de software e de certificação digital, testes e operacionalização das urnas eletrônicas; recepção de mídias e transmissão dos boletins de urna; bem como limpeza, retirada de lacres, triagem para manutenção corretiva, coleta e registro dos dados pertinentes às urnas e preparo para armazenamento.

Nas datas dos pleitos eleitorais, o suporte técnico também incluirá a geração dos Boletins de Urna (BU) e a recepção de mídias e transmissão dos BU, via sistema de apuração.

Os técnicos serão contratados a partir deste mês e prestarão os serviços em todas as seções eleitorais do Estado. O cadastro de interessados em participar do processo seletivo pode ser feito no site www.engetec.it. É necessária experiência mínima de 3 meses em microinformática, com conhecimentoemoperação e/ouinstalação de aplicativosemambiente Windows.

O salário mensal oferecido é de R$ 700 e os técnicos receberão treinamento, vale-alimentação no valor diário de R$ 9,70 e vale-transporte.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".