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CONSTRUÇÃO

Operários migram ao interior em busca de salário 79% maior

Operários migram ao interior em busca de salário 79% maior
17/03/2014 00:00 - DA REDAÇÃO


O funcionamento a todo vapor de canteiros de obras em Três Lagoas, no leste de Mato Grosso do Sul, e a necessidade de mão-de-obra atraem diariamente milhares de trabalhadores da construção civil que vão em busca de melhores salários e oportunidades de emprego. A diferença de salários entre esses pólos da construção civil e outros municípios chegam a 79%. A reportagem está na edição de hoje (17) do jornal Correio do Estado.

Enquanto em Campo Grande um empregado do setor é admitido com salário médio de R$ 1.026,20, em Três Lagoas, a 338 km da capital, o mesmo trabalhador, na mesma função, tem salário médio de admissão de R$ 1.838,51.

“Não é só em Três Lagoas. Em alguns pontos específicos do Estado realmente as oportunidades estão maiores e melhores porque os investimentos estão pontuais nesses locais.

Então, isso envolve muitas indústrias, que por sua vez envolvem obras de construção civil, casas, estadias. Acaba movimentando o setor”, explica o presidente do Sinduscon/MS (Sindicato Intermunicipal da Indústria da Construção do Estado de Mato Grosso do Sul), Amarildo Miranda Melo.

Ele afirma que o movimento migratório é normal. A reportagem é de Gabriela Pavão.

Felpuda


O desgaste de antigas lideranças nacionais, com reflexo em nível local, é a maior preocupação dos dirigentes de partidos para as eleições deste ano, que terá reflexo em 2022. Em épocas passadas, essas figurinhas cruzavam os céus do País para visitarem os municípios e pedirem que a população votasse em seus ungidos. Agora, com pendências judiciais e poder enfraquecido, dificilmente seriam convidadas. A pandemia, que resultou no isolamento social, foi a pá de cal.