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Campo Grande - MS, quarta, 21 de novembro de 2018

Máxima

Operadoras têm
30 dias para acabar com farra do celular

30 AGO 2012Por Thiago Gomes08h:00

Após vários episódios de crimes bárbaros comandados e encomendados via telefone celular por detentos da Penitenciária de Segurana Máxima de Campo Grande, a farra dos presos poderá finalmente chegar ao fim. Atendendo requerimento de análise da Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur) constatou que a antena de telefonia móvel instalada junto ao Complexo Penitenciário de Campo Grande, na região da saída para Três Lagoas, e que vem favorecendo a ação de criminosos, não atende mais as especificações exigidas em lei.

Em decorrência dessa irregularidade, as operadoras que se utilizam da torre e equipamentos instalados no local tiveram a licença de operação cancelada e estão recebendo 30 dias de prazo para a sua retirada do local. A notificação é do Departamento de Licenciamento e Monitoramento Ambiental da Semadur. Com a saída da antena, a utilização clandestina de celulares deve acabar, considerando a dificuldade de obtenção de sinal.

TERRENO DO ESTADO
A informação foi confirmada ontem à tarde, pelo titular da Sejusp, Wantuir Jacini, que desde o início do ano vinha tentando encontrar uma solução para o problema.

Junto a isso, a Sejusp também descobriu que a torre de telefonia está em terreno de propriedade do Estado. Conforme Jacini, levantamentos feitos acabaram indicando que a área que abriga a torre pertence à Agência Estadual de Administração Penitenciária (Agepen).

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