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Operação da PF envolve deputados, secretários e conselheiro do Tribunal de Contas do DF

28 NOV 09 - 22h:00
     Da redação
        Deflagrada nas primeiras horas da manhã de sexta-feira, a Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal (PF), envolve pelo menos três deputados distritais, secretários de governo e um conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal.
        Segundo a assessoria do presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Leonardo Prudente (DEM), um dos envolvidos na operação da PF, os policiais teriam levado documentos e os computadores do chefe de gabinete da presidência e do chefe do gabinete pessoal de Prudente.
        Ainda de acordo com a assessoria do deputado, não havia, entre os mais de 20 mandados de busca e apreensão expedidos pelo ministro Fernando Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), autorização para que os agentes entrassem no gabinete da presidência, mas Prudente teria autorizado os agentes a ingressar no local e levar o que julgassem necessário.
        Os policiais também estiveram nos gabinetes dos deputados Eurides Brito (PMDB) e Rogério Ulysses (PSB). Em ambos, teriam levado apenas documentos como registros de chamadas e outros papéis de menor importância. De acordo com a assessoria dos dois parlamentares, os advogados de ambos já estão tentando obter, no STJ, acesso ao processo para saber o motivo das buscas.
        A casa e o gabinete do secretário de Educação, José Luiz Valente também foi alvo dos policiais. Em nota, o secretário diz que os agentes pediram para ele entregar documentos e um notebook. "Tiveram acesso a tudo o que desejavam. Estou disposição do Departamento de Polícia Federal para o que for necessário, mas me reservo o direito de só me pronunciar publicamente sobre o assunto quando tiver informações completas do que se trata".
        No Tribunal de Contas, os agentes apreenderam documentos do conselheiro Domingos Lamoglia. ex-chefe de gabinete do governador José Arruda, que foi o responsável por indicá-lo para o tribunal. Lamoglia tomou posse no cargo há um mês. O conselheiro não foi ao tribunal hoje.
        Procurada pela reportagem, a PF informou que o processo corre em segredo de Justiça e que, portanto, os detalhes sobre a operação não podem ser divulgados. (informações do Estadão)
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