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CONFLITO

Observadores militares são novamente impedidos de entrar na Crimeia

Observadores militares são novamente impedidos de entrar na Crimeia
07/03/2014 19:00 - AGÊNCIA BRASIL


Observadores militares da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (Osce) foram hoje (7) impedidos por homens armados de entrar na Crimeia, república autônoma ucraniana sob o controle das forças russas. É a segunda vez em dois dias que uma missão da Osce é impedida de entrar no território.

Perto da localidade de Tchongar, um dos dois possíveis acessos para a península da Crimeia, dois veículos que transportavam os cerca de 40 observadores da Osce, seguidos por cerca de 50 carros civis ucranianos, foram impedidos de passar por uma dezena de homens armados, não identificados, que formaram uma barreira.

O Parlamento da Crimeia, dominado por pró-russos, aprovou ontem (6) um pedido ao presidente russo, Vladimir Putin, para a união da península ucraniana à Rússia e anunciou um referendo para o dia 16 de março sobre o assunto. Os eleitores poderão escolher entre uma união com a Rússia ou uma autonomia reforçada.

A Crimeia, no Sul da Ucrânia, tem população de cerca de 2 milhões de pessoas, 60% delas russas, 26% ucranianas e 12% tártaras. As autoridades locais da república, de maioria russófona, não reconhecem o novo governo de Kiev, saído de um acordo entre a oposição e o presidente deposto Viktor Ianukóvtich, atualmente exilado, para pôr fim à crise política.

A crise foi desencadeada no final de novembro com protestos em massa contra a decisão de Ianukóvitch de suspender os preparativos para a assinatura de um acordo de associação com a União Europeia e reforçar os laços econômicos com a Rússia.

Felpuda


Engana-se quem acha que diminuiu a voracidade de ter fatia de cobiçado bolo por parte de “quem manda”. O recuo realmente houve, mas só por enquanto e por uma questão de estratégia, até porque, nas primeiras investidas, as portas não se abriram. E continuam fechadas. Mas quem conhece bem a dita figurinha aposta que ela não desistirá até encontrar, digamos,  um “chaveiro amigo”. Essa gente não sossega nem diante da pandemia... Afe!