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Obra anticheias perto do Shopping começa em 10 dias

9 JUL 10 - 08h:04
bruno grubertt

Em dez dias, novas obras para evitar enchentes devem ser iniciadas na região do Shopping Campo grande, por onde passa o Córrego Prosa. Elas serão feitas com recursos federais que foram liberados para evitar que ocorram novamente estragos semelhantes aos causados pelas chuvas de dezembro do ano passado e fevereiro deste ano. O município publicou na edição de ontem do Diário Oficial o extrato dos contratos das obras em que o dinheiro será usado.
O investimento de R$ 13,7 milhões (soma das verbas federais e recursos próprios) será feito em obras que incluem recapeamento do asfalto de várias vias danificadas, drenagem de águas pluviais e construção de galerias por onde passarão as águas do Córrego Prosa. A maior parte dos desastres ocorridos foi causada pelo transbordamento do córrego, que não suportou o grande volume de água.
As ordens de  serviço incluem obras contra enchentes na Rua Paulo Coelho Machado e na Avenida Afonso Pena, região próxima ao Shopping Campo Grande, que ficou alagada com a chuva forte ocorrida no dia 27 de fevereiro e deixou motoristas e pedestres “ilhados”. Nessa região, serão construídas instaladas galerais de concreto para direcionar o leito do córrego, conforme informou o secretário de obras do município, João Antônio de Marco. De acordo com ele, as “células” — como são chamadas as estruturas — passarão por baixo da Rua Paulo Coelho Machado (antiga Furnas), do estacionamento do Shopping Campo Grande e da Avenida Afonso Pena.  Essas intervenções devem começar em dez dias.

Outros reparos
Além dessa área, também serão refeitos asfalto e drenagem na Avenida Joaquim Murtinho (as obras de recapeamento já estão em fase final); Rua Pestalozzi; Rua Arquiteto Rubens Gil de Camillo e Avenida Ricardo Brandão, que foi parcialmente destruída pela enxurrada.
A lista de intervenções também inclui reparos na drenagem e no asfalto no encontro das avenidas Nelly Martins (Via Park) e Mato Grosso, área próxima ao leito do córrego onde ficaram “sequelas” nos estragos; as obras começam na próxima semana. Nesse local, serão gastos R$ 4,3 milhões em dois contratos feitos com a empresa Pactual Construções. Além dela, a MG Construtora e a Pavitec Construtora também foram contratadas e receberão, respectivamente, R$ 6,5 e R$ 2,8 milhões.
De acordo com o secretário De Marco, todas essas intervenções devem ser concluídas antes do período em que mais ocorrem as chuvas, ou seja, serão entregues até o final de novembro.

Repasses
Para fazer as obras, foram firmados cinco contratos com três empresas diferentes. A contratação das empreiteiras dispensou licitação, já que foram feitas no período em que o município estava em situação de emergência, decretada em março.
Após a decretação da situação de emergência, a prefeitura foi amparada pelo governo federal, que prometeu liberar R$ 20 milhões para ser usados nas obras de recuperação.
Além de ser aplicado nos contratos publicados ontem, o valor também inclui a recuperação da Rua Ceará. No final do ano passado, parte do asfalto da rua cedeu e uma cratera foi formada. Até hoje, as obras de reparo ainda não foram concluídas e apenas uma das alças de escoamento do tráfego foi liberada para uso.
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