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morte de Bin Laden

Obama começa homenagens às vítimas do 11 de Setembro

5 MAI 2011Por r713h:12

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, começou nesta quinta-feira (5) sua homenagem às vítimas e peregrinação pelos marcos do atentado terrorista de 11 de setembro de 2011, em Nova York, por ocasião da morte de Osama bin Laden, autor dos ataques.

Obama chegou por volta das 12h20 (horário de Brasília) ao Corpo de Bombeiros próximo ao Marco Zero, onde se localizavam as Torres Gêmeas derrubadas por aviões de passageiros sequestrados por terroristas. A corporação perdeu 15 pessoas no colapso das torres.

O presidente referiu-se à morte do líder da Al Qaeda como uma mensagem aos terroristas de que os EUA nunca se esquecerão do 11 de Setembro.

- Quando dizemos que nunca esqueceremos, falamos sério.

O presidente também visitará o Marco Zero, local em que deve depositar uma coroa de flores no local onde morreram cerca de 3.000 pessoas.O líder americano ainda se reunirá com familiares das vítimas dos atentados, mas não deve conceder discursos públicos durante os atos, informou a Casa Branca.

Obama convidou para o evento seu antecessor, o ex-presidente George W. Bush, que estava no governo quando o ataque ocorreu, mas este recusou o convite.

Evento quer promover "espírito de união nacional"

A Casa Branca indicou que o evento seria uma iniciativa "no espírito de união nacional" em torno da morte há quatro dias de Bin Laden, no Paquistão, por forças americanas.

Desde então, o apoio ao presidente Barack Obama cresceu consideravelmente. Segundo uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (4) pelo jornal The New York Times e a rede CBS, ao todo 57% afirmaram que aprovam o desempenho do presidente dos Estados Unidos, número 11% maior se comparado aos 46% de aprovação verificados no mês passado.

Apesar da euforia, seis em cada dez americanos acham que a morte de Bin Laden pode aumentar a ameaça do terrorismo contra os EUA no curto prazo. Segundo o New York Times, a grande maioria também afirmou que a morte do líder da Al Qaeda não fez com que se sinta mais segura. Apenas 16% afirmaram que, pessoalmente, se sentem mais tranquilos a partir de agora.

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