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TEATRO NO MUSEU

'O Rei que não sabia rir' é a atração deste domingo

'O Rei que não sabia rir' é a atração deste domingo
19/08/2012 10:48 - DA REDAÇÃO


O “Teatro no Museu” recebe hoje (19), às 15h, o grupo Cia Identidade Teatral com o espetáculo “O Rei que não sabia rir”. 

O projeto surgiu da necessidade de levar cultura e entretenimento através da arte para a comunidade desta região. Eventualmente aconteciam no local algumas apresentações, já este projeto, será continuo, valorizando os artistas locais e proporcionando mais uma opção de lazer para a população.

Por meio de uma linguagem leve e divertida, a peça “O Rei que não sabia rir” mergulha em temas e questões que comumente são relegados ao universo dos adultos, como ouso e abuso do Poder.

A peça evidencia através de três personagens distintas, as manifestações humanas diante do poder, como a tirania (Rei rabugento), a submissão (Guarda- Real), a subversão (Bobo da Corte). Desta forma a peça faz uma alusão ao sistema social.

Com apenas dois atores em cena, e lançando mão do recurso do ator coringa, o espetáculo brinca e abusa do faz de conta. A história é baseada num Rei rabugento, que propõe a troca de função, com o Bobo da Corte sem o conhecimento do Guarda-Real, instalando a partir de então uma série de confusões.

O cenário é num importante ponto histórico de Campo Grande, oMuseu José Antônio Pereira. No local encontram-se objetos do fundador da capital,e que já foi proprietário da então fazenda. O carro de boi, monjolo e aconstrução de pau a pique proporciona aos visitantes uma lembrança do século XIX.

A entrada é gratuita e o Museu José Antônio Pereira fica na Av.Gauicurus, s/n, Bairro Jardim Monte Alegre, aberto à visitação de terça-feira a domingo, das 9h às 17h. 
 

Felpuda


Dez vereadores da Capital mudaram de partido na tentativa de encarar a reeleição ou, dependendo do caso, disputar a vaga de vice-prefeito. Legendas foram “engordadas”, outras entraram em estado de inanição e outras ainda simplesmente sumiram do mapa. Que ninguém ouse perguntar a quem “trocou de camisa” qual a linha programática dos partidos em que agora estão filiados. Seria para eles, digamos, questão de pouca importância. Política tem dessas coisas...