Novas perspectivas musicais

Novas perspectivas musicais
16/08/2010 22:13 -


Os 12 integrantes da orquestra que participaram  do Festival de Música de Ourinhos, em julho, entraram em contato com novas perspectivas da educação musical (cursos, palestras e grupos de discussão sobre o ensino da música), além de assistirem a várias apresentações. “Via no rosto de alguns alunos, lá pelo quarto dia do festival, quando o sentimento de novidade já havia amenizado a expressão mista de encanto, surpresa e dúvida. Será que este mundo realmente existe? E, frequentemente, algum era flagrado estudando com seu instrumento, às duas da manhã, para no dia seguinte ir para aula às 8h”, lembra o regente Eduardo Martinelli.
“A viagem para Ourinhos foi maravilhosa, divertida e importante. Tive a oportunidade de conhecer pessoas e lugares novos, foi muito bom. Conheci gente do Brasil inteiro. O curso de violino era ótimo, aprendi várias técnicas com o professor Flávio Geraldini, que foi atencioso, divertido e ensinava muito bem. Nunca vou esquecer as dicas que ele deu”, lembra Pâmella Rodrigues Vieira.
Para outro integrante, Josué Gomes de Lino Filho, foi a oportunidade de tocar fora da programação oficial, em momentos de descontração. “O festival de música é muito importante no começo de uma carreira. Foi uma experiência muito positiva para mim, além de ser um incentivo no conhecimento de pessoas de outras cidades e culturas. No final da tarde,  havia várias apresentações de chorinho, jazz e outros. Nós,  da orquestra, fizemos apresentações à noite, levamos a cultura da música regional de Mato Grosso do Sul, no caso a música  ‘Mercedita’ e  fez sucesso”, lembra.
Foi uma grande chance de aperfeiçoamento, destaca Rafael Dantas de Oliveira. “Estudei muito, treinei muito e no final realizei o meu sonho”. (OR)
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".