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Nova Lei deve agilizar o processo de adoção

4 NOV 09 - 22h:00
     

         

         

A nova lei de adoção, que entrou em vigor esta semana, deve agilizar o processo de doação de crianças, que hoje dura em média dois anos.

A nova lei também prevê que todas as pessoas maiores de 18 anos, independentemente do estado civil, podem adotar uma criança ou um adolescente. A única restrição para a adoção individual é que o pai ou a mãe adotivos tenham pelo menos 16 anos a mais do que o adotado.

A lei também inova ao permitir que o juiz considere o conceito de "família extensa", ou seja, dá preferência a adoção dentro da família, mesmo não sendo os parentes diretos da criança ou do adolescente.

As crianças maiores de 12 anos poderão opinar sobre o processo de adoção. O juiz deve colher os depoimentos e levá-los em conta na hora de decidir. Para a justiça, a lei vai ajudar as quase 50 crianças e adolescentes no estado que aguardam por uma família.

Dados do cadastro nacional de adoção apontam que há cerca de 3.500 mil crianças e adolescentes aguardando pela adoção e mais de 22 mil pessoas dispostas a adotar. Cerca de 80% das famílias interessadas, no entanto, procuram crianças de até 3 anos e apenas 7% das crianças cadastradas estão nessa faixa etária.

         

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