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No Rio, apuração começa hoje às 14h

17 FEV 10 - 07h:32
A apuração dos desfiles das escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro acontece hoje a partir das 12h (MS). Este ano, o número de julgadores aumentou de 40 para 50, sendo cinco para cada um dos dez quesitos avaliados. São eles: bateria, harmonia, mestre-sala e porta-bandeira, alegorias e adereços, sambaenredo, fantasia, enredo, conjunto, evolução e comissão de frente. A ordem de leitura da pontuação e os quesitos que servirão como desempate será definida até as 13h de hoje. Na apuração, serão descartadas a menor e a maior nota de cada quesito, sendo validadas as outras três. As notas poderão variar de 8 a 10 pontos, fracionadas em um décimo. As escolas cariocas do Grupo Especial que serão julgadas são União da Ilha, Imperatriz Leopoldinense, Unidos da Tijuca, Viradouro, Salgueiro, Beija-Flor, Mocidade Independente, Porto da Pedra, Portela, Grande Rio, Vila Isabel e Mangueira. Segundo dia O segundo dia do desfile das escolas de samba do Grupo Especial foi marcado por uma grande apresentação retrospectiva, a da Grande Rio, e um encerramento empolgante, o da Mangueira. As duas escolas foram as únicas a levantar o público, que lotou o sambódromo e ficou até o fim, para ver a passagem da verde e rosa. O desfile começou pouco depois das 21h, com apresentação da Mocidade Independente de Padre Miguel, que defendeu o enredo Do paraíso de Deus ao paraíso da loucura, Cada um sabe o que procura, sobre os diversos édens místicos e imaginários, na visão do carnavalesco Cid Carvalho. Em seguida, a Porto da Pedra entrou na avenida para contar a história da moda, desde os tempos primitivos até os dias atuais, com o enredo Com que roupa eu vou, pro samba que você me convidou. A terceira a desfilar foi a tradicionalíssima Portela, fundada em 1923, mas que desta vez veio com o tema da modernidade, apostando em bits e bytes para falar sobre inclusão digital. Até a águia da escola este ano foi montada em versão futurista, na forma de um robô metálico, que se transformava no símbolo da Portela ao se abrir em frente ao público e aos jurados. Depois veio a Grande Rio, representante do município de Duque de Caxias, que fez uma retrospectiva dos melhores momentos do carnaval nos últimos 30 anos, trazendo referências nas alas e nos carros alegóricos aos enredos campeões das décadas passadas. Depois da Grande Rio, entrou em cena a Vila Isabel, cantando os 100 anos do compositor Noel Rosa, com um samba composto por Martinho da Vila. A Mangueira fechou o desfile. A escola entrou motivada, com todos os componentes cantando o enredo Mangueira é Música do Brasil, sobre a música popular brasileira. Na paradinha da bateria, o público repetia junto o refrão: “Meu coração é verde e rosa, descendo o morro, eu vou. A música, alegria do povo, chegou, a Mangueira chegou”.
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