No País, volume recorde de vagas

No País, volume recorde de vagas
19/02/2010 08:23 -


O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) registrou abertura de 181.419 vagas formais de trabalho em janeiro. O número foi bem acima do recorde de 142 mil empregos de janeiro de 2008. No dia 5 de fevereiro, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, havia previsto que este número seria superado. Agora, os resultados divulgados hoje representam a maior geração de vagas para o mês na história, afirmou Lupi. Em janeiro de 2010, o Caged registrou um total de 1.410.462 pessoas admitidas em postos formais de emprego e 1.229.043 demissões. Com isso, o saldo líquido do Caged ficou positivo em 181.419 vagas com carteira assinada. Lupi comemorou o resultado. “Com o fim da crise e os estoques baixos, a indústria começou a contratar fortemente. É a demonstração mais forte da recuperação e do crescimento da economia do País, do aquecimento da economia brasileira”, disse, em entrevista no Rio. Segundo Lupi, o governo mantém a meta de geração de 2 milhões de empregos formais em 2010. “O resultado de janeiro me faz ter mais certeza do cumprimento dessa meta. Há essa tendência”, disse. Segundo ele, a expectativa é que todos os setores (indústria, serviços e construção) “devem ter comportamento muito positivo”. Ele explicou que, quando havia falado em geração de mais de 142 mil vagas em janeiro, é porque sabia que o resultado do mês passado ultrapassaria o recorde anterior para o mês, registrado em 2008, quando foram geradas 142.921 postos de emprego formais. Para ele, um eventual aumento na taxa de juros não vai comprometer a geração de 2 milhões de vagas formais no País em 2010. O ministro disse também que é contra o aumento de juros. “Não vejo necessidade nenhuma de aumentar a taxa de juros, o aumento só favorece quem especula. Sou a favor de taxas mais baixas possíveis para alimentar o aquecimento da economia”, disse.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".