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Campo Grande - MS, sexta, 14 de dezembro de 2018

Taça Rio

No clássico, Fla e Flu ficam no 0 a 0 no Engenhão

13 MAR 2011Por uol19h:31

O clássico entre os dois últimos campeões brasilieros era aguardado com grande expectativa. Porém, as presenças de jogadores renomados como Ronaldinho Gaúcho, Thiago Neves, Emerson e Conca não foi capaz de impedir o empate em 0 a 0 entre Flamengo e Fluminense, neste domingo, no Engenhão, pela terceira rodada da Taça Rio, segundo turno do Campeonato Estadual.

Com o resultado, o Flamengo, ainda invicto dentro do Estadual, chegou aos sete pontos na liderança do grupo A. Já o Fluminense alcançou a mesma pontuação, mas ocupa o segundo posto da sua chave já que o Botafogo tem 100% de aproveitamento.

As duas equipes voltam ao campo no próximo final de semana pelo Estadual. O Tricolor irá em busca de uma ‘revanche’ contra o Boavista, no sábado, às 18h30, no Engenhão. Já o Rubro-Negro pega a Cabofriense, domingo, às 16h, no Moacyrzão.

Com ingredientes de um grande clássico, Flamengo e Fluminense eram iguais nos excessivos erros de passes e também em nervosismo dentro de campo. Este último sentimento ficou evidente em uma entrada violenta do ex-tricolor Thiago Neves em cima do ex-rubro-negro Emerson logo no começo do duelo.

Em seu primeiro Fla-Flu, Ronaldinho Gaúcho deu drible desconcertante em Diguinho e quase marcou para o Flamengo. A resposta tricolor veio nos pés de Emerson, que aproveitou furada bizarra de Welington e obrigou Felipe a aparecer.

Contudo, a forte marcação de zagueiros e volantes restringia a criatividade de jogadores como Conca e Thiago Neves. Enquanto Mariano e Leonardo Moura se apresentavam ao ataque, Egídio e Carlinhos se limitavam ao papel defensivo, o que causava a insatisfação das torcidas de Flamengo e Fluminense.

Enquanto o Flamengo, que sentia a falta de um jogador de área, tentava chegar na base do toque, o Fluminense via um Rafael Moura isolado entre os zagueiros rubro-negros. No intervalo de menos de dois minutos, Ricardo Berna apareceu em dois arremates de Negueba e Renato Abreu, respectivamente, nas últimas chances relevantes da primeira etapa. Todavia, o resultado da primeira etapa só poderia ser um empate sem gols.

Assim como na etapa inicial, o segundo tempo teve um começo equilibrado. Antes dos dez minutos, cada time já tinha desperdiçado uma chance. O Fluminense apareceu com Emerson e o Flamengo assustou nos pés de Thiago Neves.

A partida, porém, tinha um ritmo mais modesto do que nos primeiros 45 minutos. Acostumado com a forte marcação dos adversários, Thiago Neves e Ronaldinho Gaúcho abusavam das faltas, algumas delas violentas.

Em grande fase com a camisa tricolor, Rafael Moura sequer era notado dado o isolamento que o atacante tinha entre os demais jogadores do Fluminense. Emerson era bem marcado e Conca não conseguia aparecer.

Com isso, os técnicos começavam as trocas. Muricy, que mantinha o seu mistério quanto ao futuro dentro do clube, promoveu as entradas de Araújo e Souza. Já Luxemburgo mudou a forma do Flamengo atuar e colocou Vanderlei na vaga de Negueba. Aos 26, o Fluminense perdeu a melhor chance da partida. Após cobrança de escanteio, Gum acertou a bola na trave de Felipe, após passe de Mariano.

O primeiro Fla-Flu do ano era cercado de expectativas mas, em matéria de lances de perigo e gols, foi um tanto decepcionante para os cerca de 25 mil torcedores que estiveram presentes ao Engenhão. As vaias ao final do encontro traduziram o sentimento de frustração das torcidas.

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