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LÍDER DO PT:

Nenhum partido da base pode ter duas caras

Nenhum partido da base pode ter duas caras
07/03/2014 00:00 - Folhapress


O líder do PT na Câmara, Vicentinho (SP), reforçou a troca de ataques entre petistas e peemedebistas e acusou o PMDB de ser o partido que "mais está na situação de oposição". O petista cobrou lealdade dos aliados afirmando que "nenhum partido da base do governo pode ter duas caras".

Segundo Vicentinho, o PMDB precisa explicar se realmente pensa em romper a aliança com o PT tirando o vice-presidente, Michel Temer, "ícone" do partido no governo.

"O PMDB é o partido que está mais na situação de oposição", afirmou o petista. "É isso que não pode. Ou você é situação ou oposição. Não pode ser os dois. Nenhum partido da base do governo pode ter duas caras", disparou.

O líder reconheceu que falta mais diálogo entre o Planalto com sua base no Congresso, mas disse que é possível restabelecer a relação. Para ele, as divergências precisam ser tratadas pelas cúpulas da sigla. Ele comprometimento do PMDB, que é "governo assim como o PT".

Trabalho
Em relação ao pedido da Polícia Federal em Santa Catarina para abertura de investigação no STF (Supremo Tribunal Federal) de investigação do ministro do Trabalho, Manoel Dias (PDT), o líder do PT foi cauteloso. Segundo Vicentinho, não pode haver precipitação. Ele disse que a presidente avalia o caso. 

"A presidente que se caracterizou e nunca vacilou na hora de tomar decisão, está medindo, está analisando. Não se pode prevaricar na hora da decisão e nem decidir açodadamente", completou.

A solicitação foi feita depois que a PF encontrou indícios da participação do ministro em um suposto esquema para empregar militantes do PDT como funcionários fantasmas de uma entidade que firmou convênios com o ministério. O PPS pediu que a Comissão de Ética da Presidência investigue o ministro. 

Felpuda


Considerados “traíras” por terem abandonado o barco diante dos indícios da chegada da borrasca à antiga liderança, alguns pré-candidatos terão de se esforçar para escapar da, digamos assim, vingança, velha conhecida da dita figurinha. Dizem por aí que há promessas nesse sentido, para que os resultados dos “vira-casacas” nas urnas sejam pífios. Sabe aquela velha máxima: “Pisa. Mas, quando eu levantar, corre!” Pois é...