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ECONOMIA

Negócios com carros flex cresceram 120%

Negócios com carros flex cresceram 120%
29/03/2010 10:35 -


As vendas de veícu los “flex”, que são movidos tanto a álcool como a gasolina, aumentaram 120% nos últimos dois anos em Mato Grosso do Sul. Em fevereiro de 2008 eram 54.652 carros do tipo, e hoje a frota já chega a 120.360, conforme dados do Departamento de Trânsito de Mato Grosso do Sul (Detran-MS). Do montante, 63.890, ou seja, 53%, estão em Campo Grande. Comercializações significativas foram feitas no último ano, quando o volume de automóveis bicombustíveis no Estado cresceu 44,4%, já que, em fevereiro de 2009, rodavam em MS exatamente 83.324 veículos do tipo. Se o comparativo for de fevereiro de 2010 com o mesmo mês de 2006 − ano em que os carros flex começaram a entrar no mercado −, os atuais 120.360 revelam acréscimo de 703% frente aos 14.980 de quatro anos atrás. O cenário no segmento durante esses anos − ao contrário do Gás Natural Veicular (GNV) − sempre foi crescente. Muitas montadoras até deixaram de produzir alguns modelos na versão monocombustível (somente a gasolina). Na concessionária em que Wilson Minari é gerente de vendas, dos 25 modelos disponíveis na linha de montagem da marca, apenas dois não são bicombustível ou flex. “Outros que ainda não aderiram à tecnologia foram os importados, mas logo isso vai mudar”, prevê. Segundo o gerente, os condutores procuram esse tipo de veículo pela mobilidade que eles oferecem. “Mesmo com o preço do álcool alto, os clientes querem o carro flex porque sabem que esta é uma questão cíclica. Na safra da cana, os preços do combustível voltam a cair e eles vão poder desfrutar da economia”, explica. O gerente relata ainda que a confiabilidade nos carros movidos a álcool mudou nos últimos anos, “deixaram de ser conhecidos como os beberrões”, conta, justamente porque hoje os motores estão mais econômicos, chegando a gastar apenas 20% a mais que a gasolina. (AM)

Felpuda


Malfeitos que teriam sido praticados em tempos não tão remotos podem ser a pedra no caminho de pré-candidatura que está sendo costurada. As conversas ainda estão nas “ondas da rádio-peão”, mas, com a proximidade da campanha eleitoral, há quem diga que isso se tornará uma tremenda dor de cabeça para quem vai enfrentar as urnas. Pior:  o dito não seria culpado direto, mas sim a sua...  Bem, deixa rolar para ver onde vai parar.