Nasa lançará smartphones Android no espaço como satélites

Nasa lançará smartphones Android no espaço como satélites
30/08/2012 07:00 - TERRA


A Nasa, através de seu Ames Research Center no vale do Silício, está desenvolvendo um projeto chamado PhoneSat, que enviará smartphones Android para o espaço, literalmente. De acordo com a Wired, o objetivo da experiência é reduzir o custo da construção de satélites espaciais, já que muitos smartphones oferecem os recursos necessários, como processadores rápidos, câmeras e uma diversidade de sensores. A ideia é chegar ao ponto em que qualquer pessoa interessada possa lançar o seu próprio satélite.

O PhoneSat 1.0, primeiro protótipo que será lançado pela Nasa, custou cerca de US$ 3,5 mil para ser construído. O dispositivo tem formato de cubo, o tamanho de uma xícara, e foi projetado para suportar radiação cósmica. Dentro dele, estará um smartphone do modelo HTC Nexus One, que roda Android, uma antena externa de rádio, baterias externas e um circuito para reiniciar o aparelho caso ele pare de transmitir dados.

O equipamento já foi testado sob diversas condições, incluindo "câmaras de vácuo térmico, mesas de vibração e choque, vôos sub-orbitais com foquetes e balões que atingem grandes altitudes". O lançamento deverá ocorrer em breve, e a primeira missão do PhoneSat 1.0 será enviar imagens do espaço para a Terra.

A próxima estapa, que é o PhoneSat 2.0, irá usar smartphones do modelo Nexus S, da Samsung, junto a um sistema de rádio de duas vias, que permitirá que os pesquisadores controlem o satélite da Terra.

Enquanto a Nasa experimenta com o PhoneSat, uma startup chamada Nano Satisfi está construindo um satélite de programação aberta e uma outra empresa trabalha em um protótipo chamado Skycube, que deverá permitir que as pessoas peguem, aqui na superfície terrestre, fotos direto do espaço através de smartphones.

Em abril deste ano, a Nasa patrocinou um concurso de desenvolvimento de aplicativos Android para o PhoneSat. Entre os projetos que se destacaram estão apps para rastreamento de estrelas e monitoramento de radiação.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".