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Narcotráfico impõe toque de recolher em aldeia de Dourados

Narcotráfico impõe toque de recolher em aldeia de Dourados
29/08/2009 22:30 -


     

        Da redação

        "Nós implantamos o nosso toque de recolher, por causa dos conflitos entre grupos de traficantes que estão agindo dentro desta aldeia e da Jaguapirú. Quem desobedecer pode morrer, no facão ou na foice." A afirmação é do o cacique da reserva idígena Bororó, Luciano Areovalo, 54 anos, de Dourados. O procurador da República em Dourados, Marco Antônio de Almeida, confirma a existência dessa situação, acrescentando que a consequência mais imediata é a violência. "O índice de assassinatos nas aldeias Bororó e Jaguapirú é de 145 mortes para cada 100 mil habitantes. No País é de 24,5 mortes para cada grupo de 100 mil habitantes." O delegado da PF José Antônio Simões de Oliveira Franco diz que só agora está sendo preparado um plano para resolver o problema. "Não é função da PF o policiamento, mas estamos elaborando o que nunca foi feito na Reserva Indígena", diz. (informações do Estadão)

Felpuda


O sumiço de algumas figurinhas carimbadas da política não acontece em virtude da necessidade de isolamento como uma das formas de prevenção à pandemia. Em verdade, seria porque não têm mesmo o que e a quem falar. Com o advento das redes sociais, quem acha que fazer campanha eleitoral continua como na época do “eu prometo” está a um passo de ver o sonho de conquistar mandato se transformar em pesadelo. Pelo jeito, não estão nem conseguindo dormir.