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ELANO VOLTA

Muricy Ramalho ainda estuda quem sai do time

Muricy Ramalho ainda estuda quem sai do time
19/04/2011 00:00 - ESTADÃO


Muricy Carvalho movimentou todos os titulares e reservas mais importantes durante uma hora e meia, na tarde desta segunda-feira, no Centro de Treinamento Rei Pelé, mas ainda não sinalizou quem deixará o time para a volta de Elano, contra o Deportivo Táchira, no Pacaembu, na quarta.

 Como Arouca voltou bem contra o Cerro Porteño na semana passada e Paulo Henrique Ganso é titular absoluto, sobram apenas duas vagas para três jogadores: Adriano, o melhor marcador do time, Danilo que se movimenta por todos os setores e tem boa qualidade técnica, e Elano, experiente, o segundo maior salário do clube, titular da seleção brasileira e um dos artilheiros do time.

"Vou mexer pouco no time", adiantou Muricy, após o jogo de domingo, na Vila Belmiro. Ele admitiu que Elano não se encontrava bem fisicamente, mas aproveitou a semana sem jogar (ficou fora contra o Cerro e diante do Paulista) para se preparar melhor. Dificilmente Muricy deixaria Elano no banco para manter o trio de volantes - Adriano, Arouca e Danilo - que deu certo no Paraguai.

O lateral Jonathan, que não jogou contra o Paulista, mas está confirmado para enfrentar o Táchira, defende a permanência de Adriano. "Ele é um jogador de pegada e merece ficar no time pela vontade. Falam pouco dele porque a imprensa esquece quem carrega o piano. Eu apenas cerco um pouco para dificultar", disse o ex-cruzeirense.

Para Jonathan, o Santos está evoluindo de jogo para jogo e tem condições de ganhar os títulos paulista e da Copa Libertadores. "Tem um bom grupo, jogadores que dispensam comentários e o melhor técnico do Brasil, acostumado a ganhar títulos. Além disso, só dependemos de nós mesmos", concluiu o lateral.

Felpuda


Tudo indica que o MDB não conseguiu convencer o PSDB de iniciar namoro com vistas a casamento nas eleições, e a ideia teria sido descartada. Os tucanos demonstraram que o problema deles não é o cargo: os emedebistas ofereceram a vaga de vice na disputa à Prefeitura de Campo Grande, a mesma cobiçada pelos tucanos, mas na chapa do PSD do atual prefeito. A questão, politicamente falando, seria, digamos, o oferecido “noivo”. Afe!