SANTOS

Muricy pede calma para acertar o ataque

Muricy pede calma para acertar o ataque
19/07/2012 00:00 - band


A defesa do Santos passou ilesa em cinco das dez partidas do Campeonato Brasileiro, mas o time não venceu nenhuma delas. O técnico Muricy Ramalho sabe que o sistema defensivo está acertado, mas reconhece que tem dificuldades para armar o ataque sem Ganso e Neymar, que estão com a Seleção Brasileira para a disputa das Olimpíadas de Londres.

“Nosso time não toma gol, mas também não faz. Nosso problema é do meio para a frente. Mas também perdemos três centroavantes (Alan Kardec, Borges e Rentería) de uma vez e os que fazem a diferença (Ganso e Neymar). Não é qualquer time que perde cinco jogadores e continua igual”, raciocinou o comandante, após o quinto empate sem gols no torneio, contra o Botafogo.

Além de aguardar a chegada de reforços, Muricy sabe que os atletas que estão sendo escalados precisam de entrosamento e ritmo de jogo.

“É difícil falar. Na conversa é fácil. Mas tem de esperar, ver na prática o que vai acontecer e ver se chegam jogadores para nos ajudar”, acrescentou.

A mudança forçada de postura da equipe também prejudicou. Acostumado a agredir os adversários com frequência, o time tem sido mais cauteloso. Felipe Anderson, Dimba e Miralles, responsáveis pelo ataque, não têm mantido a intensidade de quem está fora.

“O grande problema é que, quando o time tem que se armar taticamente para ganhar ou empatar jogo, é complicado. O Santos não joga assim e agora tem que jogar. O técnico precisa estar interferindo. O Santos não joga no erro do adversário, sempre sai, mas do jeito que estamos tem de ser taticamente, senão não consegue”, concluiu.

Com dez pontos acumulados até aqui, o Peixe volta a campo no sábado, contra o Vasco, em São Januário, às 18h30.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".