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FUTEBOL

Muricy nega contato do Santos e diz que vai descansar

Muricy nega contato do Santos e diz que vai descansar
14/03/2011 11:48 - FOLHA ONLINE


Um dia após pedir demissão do Fluminense, o técnico Muricy Ramalho afirmou que ainda não foi procurado pelo Santos. No entanto, o treinador já descartou assumir o clube da Vila Belmiro.
"Não [fui procurado]. Se tivesse me telefonado, eu falaria para vocês. Minha ideia agora é descansar nos próximos 30 dias", disse o treinador Muricy Ramalho em entrevista à TV Band.

"Vou descansar mesmo. Não seria correto [assumir outro time agora]. Não é a minha linha, vou descansar mesmo. Mais na frente vou pensar em futebol", acrescentou.
No domingo, logo após Muricy Ramalho anunciar sua saída do Fluminense, o presidente do Santos, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, admitiu que discutiria com o departamento de futebol do clube a contratação do treinador.

"Nesse momento, suspendemos qualquer pensamento a respeito de treinador e vamos pensar no Muricy", afirmou o presidente santista ao canal SporTV.

Muricy Ramalho anunciou sua saída do Fluminense após o empate contra o Flamengo por 0 a 0, no domingo, pela Taça Rio --segundo turno do Estadual do Rio.

"Conversamos que tínhamos dois objetivos: ser campeão e melhorar a condição de trabalho. Uma eu consegui sem nenhum tipo de estrutura. A outra condição eu não consegui. Nossos jogadores machucam toda hora, nosso campo é muito ruim", afirmou o técnico, criticando a estrutura do clube carioca.

"Fui aguentando, aguentando até que estourou. Vou ficar desempregado porque defendo algumas coisas. Não posso chegar ao local de trabalho e não ter condições de melhorar. Sei que demora construir um centro de treinamento, mas pelo menos tem que melhorar o que temos lá", continuou.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?