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Mulheres estão abrindo mão da depilação íntima; entenda

Mulheres estão abrindo mão da depilação íntima; entenda
29/12/2013 06:00 - terra


O calor é época de praias e piscinas, e para as mulheres isso significa deixar a depilação em dia. No entanto, pesquisas britânicas indicam que a depilação íntima, conhecida no exterior como Brazilian wax, não é mais tão popular. As informações são do Huffington Post.

Um estudo indicou que 51% das mulheres simplesmente não depilam a virilha. Dentre as 1.870 entrevistadas, apenas 49% disseram cuidar dos pelos da região. Das 51% que não se preocupam com isso, 45% disseram que costumavam depilar, mas não fazem mais.

Em outra pesquisa com mil homens, a surpresa foi que a maioria preferia uma mulher com a região da virilha aparada apenas, não depilada. Apenas 12% mostraram preferência pela depilação total, sem pelo nenhum, enquanto 43% sugeriram o corte "triângulo das Bermudas" - arestas depiladase o pelo aparado.

Em entrevista no programa The Ellen Degeneres Show, a atriz Gwyenth Paltrow comentou um look de tapete vermelho no qual estava sem calcinha e tinha as laterais do vestido transparentes. "Digamos que todo mundo correu para achar uma lâmina para mim", ela brincou. De todo modo, apesar de polêmica, essa resposta fez as mulheres do estilo anos 70 se sentirem melhores.

Em ensaio para a revista Candy, a cantora Lady Gaga posou nua mostrando que não é adepta da depilação íntima. A repercussão foi imediata, e o look, aprovado.

E claro, como tudo tem prós e contras, a depilação íntima pode fazer mal à saúde. Um estudo francês mostrou que deixar a região sem proteção aumenta as chances de contrair doenças sexualmente transmissíveis como vírus de pele, além de favorecer infecções, alergias e pelos encravados.

Felpuda


Paixão política que extrapola o bom senso, chega nas redes sociais e se transforma em baixaria pode resultar em prejuízo no bolso. Isso foi o que aconteceu com autor de texto nada elogioso contra colega por diferenças em apoio a candidatos nas eleições de 2016. O dito-cujo foi condenado a pagar indenização de R$ 7 mil, com correção monetária e juros mensais a partir da publicação da sentença, além dos honorários advocatícios. Detalhe: os adversários daquela época hoje andam de braços dados. Pode?