CIDADES

Mulher e o amigo baleados em casa pelo ex-marido enciumado

Mulher e o amigo baleados em casa pelo ex-marido enciumado
07/09/2010 20:58 -


EDILSON JOSÉ ALVES,   PONTA PORÃ

M.M.G., de 32 anos, foi vítima de tentativa de homicídio, no final da tarde de domingo, em Ponta Porã. A mulher estava em sua residência, quando chegou o ex-marido armado e fez os disparos, fugindo em seguida. A vítima foi levada às pressas para o pronto-socorro do Hospital Regional. Um homem que estava no local também foi baleado.
Segundo as informações, por volta das 17h50min, populares acionaram a Polícia Militar para atender ocorrência na Vila Áurea, em Ponta Porã. No local, os militares  encontraram M.M.G. baleada a tiros pelo ex-marido, J.C.A., de 40 anos.
R.E.S.L., de 29 anos, a segunda vítima, disse que estava no local conversando com M.M.G, momento em que o criminoso chegou e de posse de um revólver fez vários disparos contra eles. A mulher foi baleada, recebendo dois tiros no ombro direito. Já R.E.S.L. levou um tiro no tórax. Em seguida, o autor fugiu.

Queimaduras
Na tarde de domingo, por volta das 17h15min., a detenta K.M.L., de 22 anos, que cumpre pena no Presídio Feminino, foi vítima de queimaduras, depois que F.R.G., atirou água fervendo no corpo da vítima. O líquido provocou queimaduras na região peitoral da vítima, que teve que ser levada ao pronto-socorro do Hospital Regional de Ponta Porã. A autora foi transferida para uma cela correcional.
Por outro lado, na manhã de domingo, durante fiscalização de rotina em dias de visitas na Unidade Penal Ricardo Brandão, de Ponta Porã, policiais militares apreenderam um aparelho de telefone celular da marca Sansung, que estava amarrado à perna de R.R.S., 23 anos. O telefone seria entregue para o marido da acusada, que cumpre pena no local.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".