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Campo Grande - MS, quarta, 14 de novembro de 2018

CPMI

Mulher e ex-mulher de Cachoeira serão ouvidas

4 AGO 2012Por AGÊNCIA CÂMARA09h:29

Encerrado o recesso, a comissão parlamentar mista de inquérito que investiga as relações de Carlinhos Cachoeira com agentes públicos e privados retoma os seus trabalhos. Na terça-feira (7), a CPMI deverá ouvir Andressa Mendonça, companheira do contraventor, e Joaquim Gomes Thomé Neto, suspeito de fazer escutas clandestinas a mando de Cachoeira. Na quarta-feira (8), será a vez de Andrea Aprígio, ex-mulher do contraventor, e de Rubmaier Ferreira de Carvalho, contador de empresas de fachada que teriam sido usadas pela organização de Cachoeira.

Andressa Mendonça foi acusada de tentar chantagear um juiz para beneficiar o marido. Ela vai depor na condição de investigada, e não de testemunha, e entrou com pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF) pelo direito de permanecer calada. Esse instrumento jurídico, que já foi usado por outros depoentes, será citado pelo relator da CPMI, deputado Odair Cunha (PT-MG), no seu parecer.

"Quando as pessoas vão à CPMI e não falam nada, é porque elas devem. Meu relatório, claro, vai compreender que o fato de alguém não se defender das acusações se deve ao medo de se incriminar. E isso ocorre exatamente por causa do vínculo com a organização criminosa do senhor Carlos Cachoeira”, disse Cunha.

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