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CIDADES

Mulher detida em ônibus com droga

Mulher detida em ônibus com droga
20/03/2010 03:27 -


Denúncia anônima levou a Polícia Militar a prender Elizandra Carmen de Oliveira, de 32 anos, que tentava sair de Campo Grande levando um quilo de pasta-base de cocaína. Ela foi detida por volta das 22 h de quintafeira, dentro de um ônibus interestadual, no novo terminal rodoviário da Capital, na região da saída para São Paulo. Com a prisão, a PM também chegou ao casal Cícera Maria de Lima, 25 anos, e Otávio da Silva Souza, 25 anos, apontados como donos da droga. Eles foram presos na residência. De acordo com as informações divulgadas ontem pela assessoria de comunicação da PM, após o recebimento da denúncia, segundo a qual uma mulher estava pronta para viajar com uma carga de entorpecente, viatura do Tático do 10º Batalhão de Polícia Militar deslocou-se para a rodoviária, na Vila Albuquerque, para diligências. Os policiais revistaram vários ônibus e encontraram Elizandra Carmen de Oliveira num veículo da Viação Motta, tendo como destino São Paulo. Ela pretendia sair do Estado com mais de um quilo de pasta-base de cocaína. A droga estava presa no corpo da mulher, na região dos seios e da barriga. Ao ser pega, ela denunciou os donos do entorpecente, que também foram presos pela PM. Ainda conforme a polícia, a mulher revelou os nomes dos proprietários e levou a PM à residência de Cícera Maria de Lima e Otávio da Silva Souza, no Nova Lima, saída para Cuiabá. Cícera teria prendido o entorpecente em Elizandra com fita crepe. Em busca na casa dos novos acusados os militares a i nda encontraram ma is sete papelotes de cocaína. Os presos foram encaminhados, junto com a droga, para Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico. (TG)

Felpuda


Paixão política que extrapola o bom senso, chega nas redes sociais e se transforma em baixaria pode resultar em prejuízo no bolso. Isso foi o que aconteceu com autor de texto nada elogioso contra colega por diferenças em apoio a candidatos nas eleições de 2016. O dito-cujo foi condenado a pagar indenização de R$ 7 mil, com correção monetária e juros mensais a partir da publicação da sentença, além dos honorários advocatícios. Detalhe: os adversários daquela época hoje andam de braços dados. Pode?