CIDADES

Mulher briga com ex-marido e coloca fogo em automóvel

Mulher briga com ex-marido e coloca fogo em automóvel
18/08/2010 07:49 -


Por ciúmes e não querendo o fim do relacionamento, a dona de casa V.B., 35 anos, ateou fogo no carro de propriedade do ex-marido, o comerciante M.J.A., 37 anos. O fato aconteceu na manhã de ontem, no Jardim Bálsamo, em Campo Grande, na residência onde V.B. mora com cinco filhos, sendo quatro do casal. A equipe do 10º Batalhão da PM chegou ao local antes do Corpo de Bombeiros e, com a ajuda de vizinhos, impediu que as chamas se alastrassem pelo imóvel e que poderiam, inclusive, atingir residências vizinhas.
M.J.A. foi quem chamou a polícia. Ele disse que estava divorciado há três anos de V.B. e ontem decidiu ir até a casa para pegar algumas roupas e o veículo que estava ao imóvel. Mas, ao chegar no local, o casal iniciou uma discussão, tendo a mulher ateado fogo no carro – um Tempra. O fato foi presenciado por quatro dos cinco filhos, todos eles menores de idade. A filha do casal, uma adolescente, contou que, apesar de se encontrarem divorciados, os pais estavam tentando reatar o casamento. Mas a mãe desconfiava que ele tinha outro relacionamento. “Ela tava com ciúmes dele, achando que ele tinha uma namorada. Como ele veio buscar as coisas, ela disse que, se nós íamos andar a pé, ele também iria. Daí colocou fogo numa roupa e jogou dentro do carro”, disse chorando.
Os vizinhos contaram que o casal não costumava brigar. M.J.A contou que a ex-esposa estava muito alterada e, por conta disso, acionou a polícia. “Ela mesma pediu que eu viesse pegar o resto das minhas coisas que estavam na casa. Quando fui colocando tudo na mala, ela ameaçou pôr fogo no carro se eu quisesse levá-lo. Como estava trancado, ela quebrou os vidros e colocou o fogo”, contou. (KC)
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".