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"MST tenta fazer justiça com as próprias mãos", diz jurista

7 MAR 09 - 19h:27
     

São Paulo

 

A morte de quatro seguranças, assassinados por militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), em São Joaquim do Monte, em Pernambuco, avivou o debate jurídico sobre o rumo que as ações da organização têm tomado. Entre juristas e criminalistas, existe a percepção de que o MST parece cada vez mais disposto a executar ações que não competem ao movimento, mas ao aparato do Estado - especialmente ao Judiciário.

 

Os indícios dessa disposição estão por toda parte. Em Pernambuco, ao assumir a morte dos quatro seguranças, o líder do MST na região, Jaime Amorim deu a entender que já havia um prejulgamento: "O que matamos não foram pessoas comuns, foram contratados para matar, pistoleiros violentos."

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