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MPE quer que vereadores devolvam salário recebido a mais em 1997

MPE quer que vereadores devolvam salário recebido a mais em 1997
10/07/2008 15:29 -


     

         

         

        

O MPE (Ministério Público Estadual) entrou com uma ação cível pública cobrando dos vereadores da legislatura de 1997 a devolução de salários recebidos a mais. André Puccinelli era o prefeito de Campo Grande naquele período, e tinha salário inferior ao dos parlamentares, o que é inconstitucional.


        

Puccinelli recebeu no ano de 1997, R$ 138,6 mil enquanto que cada vereador, no mesmo ano, recebeu um total de R$ 151,3 mil, ou seja, uma diferença anual de R$ 13.085,17. Os 21 vereadores da época terão que pagar cada um R$ 32,2 mil. O valor total é de R$ 1 milhão.


        

O MPE, através de seu Departamento Especial de Apoio às Atividades de Execução (DAEX), elaborou um Relatório de Atualização de Valores, o qual confirmou que durante a legislatura de 1997, os vereadores perceberam remuneração maior do que a percebida pelo prefeito.


        

Na lista do MPE estão: Antônio Braga, Luis Antônio de Souza Ojeda, Antônio Ferreira da Cruz Filho, Athayde Nery de Freitas Júnior, Carlos Henrique dos Santos Pereira, Celso Hideo Ianaze, César Disney Amaral Romeiro (falecido), Cristóvão Silveira, Edil Afonso Albuquerque, Elias Gazal Dib, Haguemo Tomonaga, José Almi Pereira Moura,, Magali Marlon Picarelli, Márcio Matozinhos dos Anjos, Maria Emília Ramalho Sulzer, Nelson Trad Filho, Pedro Kemp, Pedro Rubens Prevatto, Sérgio Pereira Assis, Valcir Silva Miranda e Youssif Domingos.


        

Segundo o deputado estadual, Youssif Domingos existe um erro na ação do MPE. Há um decreto que assegura aos vereadores a receberem o valor dos salários em 1997. A mudança ocorreu apenas em 2001.


        

Felpuda


A continuar disparando tantas críticas ácidas contradizendo o seu partido, que em nível nacional ganhou até um ministério, político cá dessas bandas poderá ser colocado de escanteio e, se continuar nessa cruzada nada palatável para as lideranças, ser convidado gentilmente a “procurar o caminhão do qual caiu”, como se diz no popular. Os comentários são de que o dito-cujo age assim mais para ganhar holofotes. Esqueceu-se, pelo que se vê, que poderá ocorrer curto-circuito. Ui!